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domingo, 30 de agosto de 2009

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Have you ever really loved a woman?

I miss you quite a lot.
Five days to go.

To really love a woman, to understand her
You gotta know her deep inside
Hear every thought, see every dream
An' give her wings when she wants to fly
Then when you find yourself lyin' helpless in her arms
You know you really love a woman

When you love a woman
You tell her, that she's really wanted
When you love a woman you tell her that she's the one
'Cuz she needs somebody
To tell her that it's gonna last forever
So tell me have you ever really
Really, really ever loved a woman?
Yeah

To really love a woman, let her hold you
Til' you know how she needs to be touched
You've gotta breathe her, really taste her
Til' you can feel her in your blood
An' when you can see your unborn children in her eyes
You know you really love a woman

When you love a woman
You tell her that she's really wanted
When you love a woman you tell her that she's the one
'Cuz she needs somebody
To tell her that you'll always be together
So tell me have you ever really
Really, really ever loved a woman?

Oh
You've got to give her some faith, hold her tight
A little tenderness, you gotta treat her right
She will be there for you, takin' good care of you
You really gotta love your woman, ya

And when you find yourself lyin' helpless in her arms
You know you really love a woman

When you love a woman
You tell her that she's really wanted
When you love a woman you tell her that she's the one
'Cuz she needs somebody
To tell her that it's gonna last forever
So tell me have you ever really
Really, really ever loved a woman?
Yeah

Just tell me have you ever really
Really, really, ever loved a woman?
Oh
Just tell me have you ever really
Really, really, ever loved a woman?

Have you ever really loved a woman?
Brian Adams

(verdadeiramente lame, meu amor, mas para ti, read it carefully)

Papoila

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Happy Family

Isto dá-me alguma força.
Papoila

domingo, 23 de agosto de 2009

Gia and Linda


Talvez seja o único filme sobre o qual não consigo tecer qualquer comentário em especial. É fantástico, envolvente e extremamente triste. E fico por aqui. Tento, mas não consigo mais.

Meu amor, alguma vez te disse que a Linda me lembra de ti? Tem um papel tão bonito no filme. Tão doce, tão querido. She's just perfect. Just like you are. (Well, maybe not that perfect.)

Papoila

On your way

Vens a caminho. Abri o Google Earth e tentei descortinar, por entre todas as serras, o percurso que estás a fazer. Perdi-me várias vezes, mas julgo que o consegui percorrer na totalidade. Atentei aos nomes das localidades, namorei as fotos, e sonhei contigo dentro do comboio.

Vais cansada, cabeça tombada para o vidro quente e tremeliço. Dormes de boca aberta, como tanto te envergonhas de fazer. Acalmo-te dizendo que é normal quando se está exausta. Uma das minhas mãos vai afastando a madeixa de cabelo que insiste em incomodar a tua bochecha, rosada. Encolhes-te com as cócegas e voltas a entrar no sono profundo, tão tipicamente teu.

Prometi acordar-te quando chegasses. Beijo nos lábios, beijo no ombro. E os teus olhos-mar abrem-se para mais uma noite.

Hoje prometo não me assustar. Não te assustar.

Perfect, Alanis Morissette
(música que acompanhou o processo criativo)
Papoila
Não li mais as tuas cartas, meu amor. Guardo-as, (a)perto, paras as sentir ali, mas não as leio. São demasiado tu para me dar ao luxo de te sentir a meu lado sem ter um corpo onde me perder.

Papoila

I Love You Tender

Amo-te. Amo-te tanto que deixarei que sejas sempre tu a acabar o bolo de natas com bolacha, cantares pela casa o mais alto que puderes sem dizer que saltaste um ou dois tons (para cima ou para baixo). Amo-te tanto que não me importarei de ser sempre eu a limpar a casa (para cuidares das tuas costas frágeis, que adoro). Amo-te tanto que serei infinitamente capaz de ouvir as tuas histórias, over and over again, com todos os pormenores que te sentires capaz de acrescentar.

Amo-te tanto que quero casar contigo, sem nunca antes ter querido casar.


Papoila

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Warm Wind



Beijas-me?
Papoila

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Warmth

Falas-me da minha pele. Alguma vez te falei da tua? De como é suave junto à clavícula (só eu sei como gosto de te beijar aí), de como tem um cheiro e uma textura tão doce atrás da orelha? Alguma vez te falei do jeito com que os meus dedos escorregam, facilmente, pela tua bochecha? Como adoro passear os meus lábios pelo teu queixo, com aquelas particularidades que ambas conhecemos, e subir para me deter uns minutos mais em cima? De como adoro, embora aproveite sempre para ripostar que 'a mim nunca ninguém me faz', massajar-te as costas. Sempre te disse que se conhecesse a dermatologista que te deixou tais cicatrizes, lhe daria uma descompostura considerável, mas a verdade é que adoro passear por elas e sentir os altinhos. Dizes-me que tenho as mãos perfeitas. Que os meus dedos são bonitos e não magricelas e tortuosos como os teus. Mas, meu amor, por mais que tente eles nunca terão a destreza que os teus têm a subir pelo meu pescoço acima e a puxarem-me de encontro a ti.

Amo-te.

Enfim. Há dias em que é preciso dizê-lo.

Papoila
Lembras-me que há um propósito. Que tudo pode estar trémulo, enevoado e em guerra fria, mas que há um propósito. Eu oiço-os, presto a tão custosa vassalagem e obediência a que me obrigam, e tento manter fixa a questão do propósito. Dizem-me que é um vírus. Que sou um monstro e que sou estúpida. E lá estou eu, tornada Cinderela descalça com anel na mão direita, a lutar para corresponder ao que esperam de mim sem nunca ser suficiente. Nunca basto. Nada do que faça lhes é completo ou satisfatório. E todos os argumentos que uso em minha defesa, com lágrimas ou sem elas, em desespero ou calma impávida, é por eles manejado da forma que mais lhes aprouver, deixando-os irremediavelmente vitoriosos. Até os sonhos me retingem, compactando-os e resumindo-os à simples questão de viver com comida na mesa. Já não há carinho, e sempre que me tento aventurar por essas águas, logo me é apresentada uma barreira. Um muro de Berlim, de betão moderno. Um colete de defesas para a grande peste negra que um abraço ou um beijo lhes representa. Chego a sentir que lhes é um esforço tremendo, suportar a minha proximidade. Sentir o calor do meu corpo, já tão sozinho. Talvez seja o vírus. Um dia, de curso acabado, apresento-lhes a receita do tamiflu.

Papoila

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Férias

Se é que existiram, no verdadeiro sentido da palavra, estão agora terminadas. Já pus os óculos novamente. Caras leitoras: hoje regresso ao trabalho (tanta falta que fazia um grupo chamado 'hoje-regresso-ao-trabalho anónimos'). Esperam-me 4 dossiers bonitinhos, com folhas a saltar das argolas, com nomes requintados e à espera de memorização. All along with it's meanings. Aqui vou eu.

Papoila

Lábios de Bailarina

'Um dia hei-de dançar ballet para ti.' Oiço e espero pelo dia. Nas noites em que mo dizes, fecho os olhos e sonho. Estás no centro do palco, eu fico sentada à ponta, encostada ao cenário. Ouve-se piano e o teatro está vazio. Em todas as cadeiras está o meu olhar, a admirar as tuas formas e os movimentos romanceados do teu corpo. Tens uma pose suave e balanceias-te delicadamente, enquanto tudo me impele para ti. Mas lá fico ao canto, imóvel, a namorar-te em silêncio. O piano sobressalta-se, o teu corpo move-se com impulsos mais fortes e decisivos e o meu peito entra em desassossego. Há um aperto, uma garganta sufocada. Conseguiste ler isso no meu olhar? Aproximas-te. Já sorris e, em passos majestosos, aproximas-te e beijas-me. Beijas-me como nos filmes, em que acabam estendidos no chão frio. Há muito carinho no teu beijo. Suave. Sabor a pêssego maduro.

Papoila

Sei

Sei distinguir na perfeição a intensidade dos teus sorrisos. Sei quando são puros e sei quando não o são tanto. Sei quando escondem tristeza. Sei quando te doem. Sei quanto são sorrisos de alegria, sei quando são sorrisos de anedota muito boa, sei quando são sorrisos de simpatia e sei quando são sorrisos de alívio.

Sei quando não estas à vontade (mesmo quando te esforças muito por esconde-lo). Sei quando não gostas de uma ideia, mesmo quando não queres ser parte da decisão. Sei quando estás preocupada, sei quando tens medo, sei quando estás ligeiramente triste. E sei quando estás muito triste, mas isso é mais fácil em ti.

Sei todos os teus hábitos. Sei que entalas a camisa por baixo da camisola (e sei que espirras se não o fizeres). Sei que dormes sem almofada, talvez para não a babares (a minha está toda marcada da tua saliva). Sei que tens mais frio que eu no Inverno (mas sei que o teu corpo é bem mais quente que o meu). Sei que gostas de tortas de azeitão, mousse e bolo de bolacha. Sei que adoras tostas mistas e torradas do bar dos alunos. Sei que te delicias por um néctar de pêssego. Sei que ficas mal disposta se beberes leite com chocolate de manhã. Sei que adoras bifinhos com natas e cogumelos. Sei como adoras massa. Sei que não te deitas sem regar o Orlando e sem ver um pouco da novela com a tua mãe (sempre que podes).

Sei quem são as pessoas mais importante na tua vida. Conheço-as todas. Sei lhes o nome e a cara, sei quando as conheceste, sei onde vivem e o que fazem. Sei histórias, em específico, sobre cada uma delas (porque mas contaste e porque sempre te ouvi com atenção). Sei as suas qualidades e sei alguns dos seus defeitos.

Sei que consegues falar durante horas e sei que te consigo ouvir durante as mesmas. E sei que o contrário também é possível, apesar de menos frequente. E por isso sei que, quando velhotas, nunca vamos estar sozinhas. Nunca vai haver o silêncio dos mortos enquanto vivos. E sei que, como nos conhecemos muito bem, sempre saberemos como nos acompanhar e mimar.

Sei os sapatos que te roem os dedos e sei os que não. Sei que roupa mais gostas e que roupa menos gostas. E sei que nunca irias às compras sozinha. Sei que nunca usarás sapato muito alto.

Sei de cor os movimentos do teu corpo quando danças. Sei onde se dobram mais as tuas costas. Sei a largura da tua cintura e sei como os meus braços se enrolam sobre ela. Sei a força dos teus braços. Sei particularidades dos teus beijos quando estás triste e quando estás contente. Sei como beijas quando tens pressa. Sei como reages quando estás sob pressão. Sei como fica o teu cabelo depois de molhado e conheço-lhe todas as formas quando seco. Sei que calças te ficarão bem, mesmo sem as vestires, porque conheço as tuas pernas esguias. Sei perfeitamente a cor da tua pele. Sei de cor o tamanho das tuas cicatrizes. Sei a disposição dos teus sinais.

Sei que bandas mais gostas e sei com que estado de humor as costumas ouvir. Sei a que concertos já foste e ia jurar que conseguia adivinhar os anos em que foste. Sei os países que já visitaste. Sei o país que mais gostas e sei dar imensas razões porque escolheste esse e não outro.

Sei quando tens sono. Sei quando te sentes desesperada. Sei quando não estás com força. Sei quando tiveste sonhos bonitos e sei quando os tiveste tristes. Sei quando te doem as costas. Sei quando estás entusiasmada e ansiosa. Sei quando não te apetece. Sei quando não gostas muito de alguém. E, no geral, sei entender o porquê.

Sei muitos dos livros que já leste. Sei de quais gostaste e dos que não gostaste assim tanto. Sei quais os que foram marcantes na tua vida. Sei os livros que tens na lista para comprar.

Sei que não tencionas comer pastilhas elásticas, mesmo que te peçam muito. Sei a idade com que provaste o teu primeiro café, e sei onde e porquê.

Sei quem foram os teus amores juvenis. Sei o quanto cada um te marcou e sei o porquê. Sei que idade tinhas. Sei o que sentiste. Conheço as tuas histórias e os teus medos, na altura.

Sei quais foram os anos mais complicados da tua vida. Sei porque o foram e sei quem foram os protagonistas. Sei quando foram e conheço-lhes as descrições, quase na perfeição.

Sei os teus sonhos.

Sei. E quanto mais sei, mais amo.

Papoila

Lembras, meu amor? #3

Conta-me uma história sem sentido. Deixa-o à espera, como cão ensinado, sem trela.
E leva-me com permissão silenciosa,
De quem possui razão, sem possuir coisa nenhuma.

Nada é sem sentido, mesmo a loucura dos corpos,
Que não é loucura.
É cura.

Papoila
Hoje à noite, meu amor, tinham escrito um livro. Era um romance. Tinha-mo-lo lido e estávamos agora a percorrer os locais onde se havia desenrolado. O sonho foi vago, ou tão dinâmico que não tive tempo de assimilar, mas sei que lá estivemos as duas. Jantámos num restaurante, numa sala que dava para o mar, onde passavam barcos de pesca e da polícia marinha. O oceano estava bravo e dava-nos que ver. Vivia-se previsões de uma meteorologia anglo-saxónica, aquela que dá sensação de frio e que pede corpos juntos. Lembro-me de ter vontade de te encostar a mim. O restaurante era um dos locais onde se moviam as personagens do livro.

Não consigo recordar mais, o telemóvel tocou. Eras tu e ias a caminho do trabalho.

Papoila

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Boa noite, meu amor*

Antes de adormeceres, contas-me uma história?
Papoila

Velocímetro Animal

Tu ficas-te pela tartaruga e eu situo-me algures entre a avestruz e o cavalo.
Papoila

Carta nº 2

No final, fica sempre um aperto no peito.
Papoila

Escrita

Leio-te cada texto. Corrijo-te ou chamo a tua atenção para pequenos pormenores. Digo-te que o terceiro parágrafo tem frases demasiado longas. Ou que não gosto desta ou daquela vírgula. Questiono o porquê deste termo e não de outro. Sugiro mudanças. Digo não gosto. Digo consegues melhor. E digo está perfeito, não lhe mexas mais. E, no meio de tudo, cresce o sonho de que um dia passarás mais tempo a fazer aquilo para que nasceste. Tens um jeito inato para as palavras. Há períodos em que andam esvaecidas, não lhes consegues dar o uso que tanto me deleita. São as preocupações que consomem a teia que usas para tecer as palavras e te tornam incapaz de produzir. Agora que tudo o resto está em standbye, regressaste. Regressaste vistosa, reluzente, como nos dias em que nos fomos atando uma à outra. E é tão bom reviver a tua escrita.

ao som de Be Be Your Love
Papoila

domingo, 9 de agosto de 2009

My Lovely Mirror


When I'm sad she comes to me
With a thousand smiles
She gives to me, free
It's alright, it's alright' she says
Take anything you want from me
Anything

Little Wing, The Corrs
Aqui
Papoila