sábado, 17 de abril de 2010

Psicossomatizações

Girls, I need some help here. O que fazem quando estão stressadas, chove lá fora, têm roupa para passar a ferro e a depilação por fazer?

Papoila

Fim-de-semana Femininos

Com a primavera a chegar (e a Orquídea a obrigar-me a ir à pool com ela), vem também isto. Felizmente não sou muito adornada e não preciso de usar o cortador de relva. Mesmo assim ainda guincho um bocado, principalmente no que toca ao tornozelo. Uiiii.

Papoila

The thinking gender

Há dias em que me incomoda não saber como vamos organizar a nossa vida. Não temos por hábito planear tudo - decidimos sempre à última da hora onde vamos e, na maioria das vezes, acaba por resultar bem. Mas admito que me causa alguma ansiedade não saber como nem onde vamos estar daqui a uns anos. Não saber onde cada uma de nós vai tirar o ano comum e a especialidade, não saber quando vamos poder/conseguir ir viver juntas, não saber como os pais vão reagir, não saber se vamos conseguir começar a vida de forma auto-sustentável (sem ter que recorrer à ajuda dos pais, já que não sabemos se vão estar a nosso lado ou não).

Também vos acontece?

Estas preocupações costumam surgir em dias de chuva.

Thank God summer is on its way!

Papoila

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Abraço

Desde o primeiro, meu bem, que te encaixas em mim.
Desde o primeiro que sinto aqueles braços tão certos para as minhas costas. Não há nenhum como o teu. Pelo tempo que insistimos que demore, pela forma como a tua mão termina exactamente no sítio onde tenho mais frio, pelo cabelo que ali fica, mesmo junto aos meus lábios, pelo conforto. De novo, o conforto.
Em ti.

Orquídea

Carta ao Pai - Franz Kafka

Depois do Wilde, seguiu-se o Kafka. Ao contrário do livro anterior, não foi a arte da escrita (que nunca consegui encontrar bem no Kafka, mas talvez seja a tradução que me impede de encontrar aqueles detalhes linguísticos que me fazem sentir aquele bliss, sabem?), mas sim o conteúdo que me fascinou. Uma carta ao pai, onde explica porque tem medo dele. Uma confissão, uma acusação, uma franqueza que surpreende. Especialmente, por ver o meu próprio pai em muitas daquelas palavras descritivas, por sentir muitas das emoções, dos medos, da culpa de que ele fala. E, por isso, deixou-me a pensar. Aconselho-vos a leitura, pela surpresa da sinceridade das palavras e dos sentimentos descritos. É pequenino, lê-se bem e, pelo que sei, ficam com mais um clássico lido para poderem dizer "Eu cá... já lia Carta ao Pai do Kafka!". Fica sempre bem.
Espectro azul terminado. Próxima paragem: cor-de-rosinha!

Orquídea

O Retrato de Mr.WH - Oscar Wilde

As férias da Pascoa proporcionaram-me também tempo de leitura. Consegui ler mais dois livros da editora Quasi, de que já falei aqui em outros posts e livros. Comecei por ler este, O Retrato de Mr. WH, de Oscar Wilde. Gostei muito da escrita deste autor irlandês em The Picture of Dorian Gray e estava entusiasmada para voltar a lê-lo, mas confesso que esta não foi uma boa aposta.
Este livro concentra-se na formulação e argumentação de uma teoria que sugere que o mr.WH a quem William Shakespeare dedica os seus sonetos era, na realidade, um actor com quem ele trabalhava. Está, sem dúvida, bem exposto, bem escrito, com um enredo curto e simples, que contextualiza e enfeita a discussão de base, mas, lamento, não tenho muita paciência para este tipo de exposição de teorias em livros literários. Enquanto o lia, tive demasiados flashbacks para a leitura do Codex 632, que foi um autêntico suplício, um dos poucos livros que não consegui terminar tal era o meu aborrecimento perante a referência a documentos históricos e a badalhoquice da personagem principal. Lamento. Talvez essa experiência traumática me tenha retirado algum prazer do livro, mas, vá, nunca o Oscar Wilde deverá ser comparado com o Rodrigues dos Santos. Again. Oscar Wilde portou-se bem neste livro (li-o até ao final, convenceu-me inclusivamente da sua teoria), mas não é um livro que aprecio por aí além.

(é impressão minha, ou usei demasiadas palavras para dizer simplesmente "não é o meu género de livro"? )

Orquídea

I'll keep on begging

Papoila

Farmácia ou SexShop

Ontem fui a uma farmácia com a orquídea. Imaginem vocês o que estava exposto no balcão onde atendem toda a gente - vibradores! Vibradores em caixinhas de plástico transparentes, com uma etiqueta bastante elucidativa da proficuidade do objecto.

À primeira, olhei para aquilo sem entender bem o que era - pareciam-me espremedores de limões! Estou certa que a senhora ficou curiosa com a perseverança do meu olhar sobre o objecto, que durou uns bons segundos até ser interpretado convenientemente.

Ora bem: um povo que não tem pudor em vender vibradores em farmácias na Baixa não terá qualquer problema em ver duas meninas de mão dada, right?!

Wrong.

Papoila

Oh , dear life

Há dias em que a vida nos parece terrível. Pobrezinha de mim: homossexual, escondida de muitos, estudante que conta os trocos quando faz compras, com uma vontade esganada de viajar e de conhecer mas sem forma de o fazer, longe da família e envolta num Inverno longo de mais. Mas depois, noutros dias, feliz de mim! Jovem, saudável, com uma vida cheia de oportunidades, com a aprovação do casamento a espreitar pela janela, com dinheiro para comer, com uma namorada linda e com a Primavera a chegar.

Sinceramente. Haverá paciência?

These hormones are killing me!


Papoila

domingo, 11 de abril de 2010

Where the wild things are


Papoila

He's just not that into you

Dear Scarlett,
You should already know that worshiping a married man, as good looking as he may seem, isn’t definitely a good idea. I know… a lot of girls fell for guys who let them be the first attended in the supermarket line. Nevertheless, didn’t you notice the ring? That’s the first thing a woman should look out for, instead of showing herself a green card allowing her to open the game right away. Some men are sneaky!

Papoila

sábado, 10 de abril de 2010

Joana Vasconcelos

Não vou vou falar do castiçal, feito de tampões, nem do coração da esquerda, feito de garfos e facas. Muito menos vos vou falar da experiência que foi entrar no Jardim do Éden, arte que ocupa uma divisão do ccb INTEIRINHA (só vos posso dizer que fiquei de boca aberta e que foi como entrar num mundo que não é o nosso).

Visitem. É grátis e, se acharem que não valeu a pena, podem sempre compensar com uns pastéis de Belém!

Papoila

Livro novo, vida nova

Pois é: a minha fase Ellen-addiction acabou. Não porque me importasse de continuar mas porque o seu legado livresco, até ao momento, não excede as duas obras. Assim, dei comigo obrigada a procurar alternativas e não estou nada arrependida com a escolha! Neste momento estou a ler Julie and Julia e estou a adorar. É um livro extremamente bem disposto e tem uma história muito menos entediante que o filme (Atenção: eu adorei o filme! Mas o livro está deveras melhor - acontecem coisas de página em página!). Portanto, recomendo aqui à família a leitura deste romance. Façam-no com o livro escrito em americano... a leitura das primeiras páginas assusta (algumas palavras estranhas e indecifráveis pintalgam a narrativa) mas, uma vez embaladas, you're on the run!

Para aquelas que preferem uma coisa mais temática, eis aquele que vou encomendar assim que este esteja esteja finalizado:

Nice, hû?

Papoila

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Papoila

O tempo passa por nós e muda-nos. Não somos já as mesmas que se olhavam durante horas, a poucos centímetros de distância, com o coração quente incompreendido, com medo de cada pequeno beijo na bochecha ainda segura. Já não somos iguais a quando nos caía o coração ao chão sempre que alguém entrava durante uma conversa doce, sempre que se ouvia um ruído lá fora durante um beijo escondido. Não somos as que temiam os olhares, os julgamentos, a solidão, a incompreensão.
Já passou algum tempo, meu bem. Crescemos muito. Estamos bem acompanhadas e livres, até certo ponto, de sermos quem somos. Faltam passos para dar e o compasso de espera angustia-nos. Passamos demasiadas horas à espera, a adiar, a precaver, a esconder. Custa. Sempre fomos verdadeiras e isto não somos nós. Mas chegaremos lá. E, eventualmente, tudo acabará bem. Faremos por isso.
Gosto de recordar cada passo de valsa lenta que demos. Sorrio, sinto um pouco o nervoso miúdo que me gelou em algumas ocasiões, acalmo por tudo ter corrido bem. Tem sido um bonito percurso.
E depois há dias como o de hoje, em que olhar se prende mais uma vez. Como se fosse a primeira. Em que os gestos se prendem para te olhar apenas, com a calma e a suavidade que nos adocica e exalta o coração, me aproximo, vagarosamente, para encerrar os olhos e sentir-te. Como da primeira vez.
És-me.

Orquídea

I'm back!

Finalmente consegui vir à net! Wohoo!!
Já voltei do Algarve há algum tempo, mas tenho tido alguns problemas cibernéticos, espero que consiga recuperar as funcionalidades todas em breve. Entretanto, parto do princípio que estão tod@s com muita curiosidade relativamente ao sucesso (ou não) da minha missão por terras algarvias. Verdade? Confessem, vá.
Antes de mais, a lista das sugestões que me foram feitas na blogosfera que consegui aproveitar para conhecer:

Tavira ( crepe na gelataria, Tavira Lounge) CHECK
Santa Luzia CHECK
Olhão CHECK
Torre d'Aires CHECK
Pego do Inferno CHECK
Fuseta CHECK (vá... passámos de carro)
Cacela Velha (Fábrica) CHECK
Manta Rota CHECK
Praia Verde CHECK

Nada mau! Mais uma vez, muito muito obrigada a todas as que me deram as dicas necessárias para descobrir algumas pérolas escondidas do Algarve. Adorei todos estes sítios, especialmente Torre d'Aires e o Pego do Inferno, por serem tão reservados e calmos. E estive ainda em Loulé, a aproveitar o festival gastronómico e a admirar a rua onde li por aqui que tinha perdido umas Tílias bonitas. Foi uma semana de paz e descanso, com muito peixe e marisco e com a sensação de ter este mundo perto, por estar em vossa "casa".
Em relação ao bronze... Diria... Missão cumprida! Apesar da Papoila não considerar grande alteração cromática, confesso que estou bastante satisfeita com os resultados ,visto que o branco que me dava ares de pessoa doente foi-se. Já não vou ter vergonha quando andar de saias. Porque este ano hei-de andar. Tem de ser. Coragem.
E agora... De volta ao trabalho!

Orquídea

terça-feira, 6 de abril de 2010

Peço a vossa cooperação nisto...

''People can be awful. Really, truly, unrepentantly awful. While this is nothing new, the realization of how awful people can be particularly to members of the gay, lesbian, bisexual, transgender and questioning community is like a kick in the gut anew each time. Which, in turn, is exactly how I felt when I heard lesbian teen Constance McMillen was sent to a fake prom by her town.

You remember Constance, the 18-year-old lesbian student who asked her Mississippi high school if she could go to prom in a tux with her girlfriend. And instead of saying, “Of course, who loves dancing more than the gays?” her school said “Ewww, gay! No prom for ANYONE !” Lawsuits were filed, private proms were organized. And then Constance was finally invited to the parent-sponsored private event. But when she got there, only five other students were there. All the other students? They were far away from the gay at the “real” prom enjoying their night of throwing up in limos and potentially getting date raped.

Constance told The Advocate:
“They had two proms and I was only invited to one of them. The one that I went to had seven people there, and everyone went to the other one I wasn’t invited to….It hurts my feelings.”

And who chaperoned the fake prom? The principal and teachers. Classy, really classy.

Oh, and guess what? Among the seven students there were two with “learning difficulties.” Said Constance, “They had the time of their lives. That’s the one good thing that come out of this, [these kids] didn’t have to worry about people making fun of them [at their prom].”

Hey, that sounds kind of familiar. Who else was it that rounded up the queers and the people with developmental disabilities and society’s other “undesirables” and shipped them away from the rest of the “pure” world? I wonder if any Jewish kids go to Itawamba Agricultural High School, and if so which prom they got to go to. Just saying.

And if your blood isn’t boiling enough, some delightful townsperson has started a “Constance quit yer cryin” Facebook page. The first post: “Seriously, you've pretty much eff'd up your fellow classmate's best memory of High School.”

What, exactly, is wrong with people? Why are they so terrible and cruel, hateful and ignorant? What makes an entire town conspire to leave the gay kid out (and the learning disabled kids, too, for good measure)? Also, if we all scream the same expletive at the same time in the direction of Fulton, Miss. do you think they could hear us? Because I really, really want everyone who was part of this appalling stunt to hear us.

While it’s cold comfort now, history will prove these people for the shameful bigots that they are. All that rage doesn’t have to be impotent either. We can use it, focus it and fight even harder. People can be awful. But we can be better. We have to be.

CONTACT:

Itawamba County Schools Superintendent Teresa McNeece:

tmcneece@itawamba.k12.ms.us
662-862-2159 ext. 14

Itawamba Agricultural High School principal Trae Wiygul

twiygul@itawamba.k12.ms.us
662-862-3104''

in Dorothy Surrenders, byDorothy Snarker

Vou enviar um e-mail em sinal de protesto e gostava de vos encorajar a fazer o mesmo. Acho que é importante que os senhores percebam que não se trata de uma coisa que só tem impacto nacional.
Papoila

Queria mais da minha vida

Alguma vez sentiram que queriam mais da vossa vida?

Há dias em que alguns objectivos parecem inalcançáveis.

Papoila

Accurate Gaydar

Fazia a Papoila compras no Pingo Doce, o seu top supermarket nacional, quando dá de caras com duas senhoras com os seus 33-35 anos. Bonitas e discretas, ambas carregavam mochilas semelhantes e o corte de cabelo era igual. Pensei logo que fossem um casal mas ainda considerei a hipótese de serem irmãs. Com a pulga atrás da orelha, lá me fiquei naquela zona a pôr fruta no saco quando, heis que não, vem o beijinho escondido e a mão pelas costas. Afinal as parecenças são só para confundir os mais despistados.

Há mais gente como nós do que aquilo que pensamos...

Papoila

sábado, 3 de abril de 2010

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Constatações baratas

Quando era criança gostava mais da Nala do que do Simba. Quererá isso dizer alguma coisa?

Papoila

Everyday Feelings

Am I a weirdo?
Papoila

Quem adivinha onde estive hoje?

A testar a minha capacidade de tirar fotos panorâmicas.
Papoila

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Faz três anos que nos conhecemos.

Paradoxos na Igreja

Não tenho paciência para ouvir o Papa. Preocupa-se mais com o facto de os miúdos não nascerem do que com o facto de nascerem e serem escravos sexuais. (Ler aqui!)

Mas... espera, há aqui uma relação qualquer. Ah! Já sei. O escândalo de pedofilia na Igreja. Pois...

Papoila

Confissões pré-REM

Quando tenho muito sono e só queria ter que abrir a porta do quarto para me enfiar na cama, aquilo que mais me custa é pensar que AINDA TENHO QUE VESTIR O PIJAMA. Bah.

Papoila

Será do novo acordo ortográfico?

Há uns dias fui ao Starbucks com a Orquídea (um devaneio pontual, que os preços são um repelente muito eficaz para nós, estudantes). Nestes dias temos o hábito de, quando a senhora nos pergunta o nome para escrever no copo, lhe dizermos um nome que não corresponde ao nosso. E vai daí, numa das últimas vezes, a conversa decorreu assim:

Senhora do Starbucks: Então e em que nome fica?
Papoila: Aaa... Ellen!!! (para aqueles que não conhecem a minha mais recente fixação - Ellen de Ellen DeGeneres)

Eu segui na linha, toda contente, porque até tinha a máquina fotográfica para capturar o dia em que me fiz passar por Ellen (big thing, you think). Eis que não, no final me atribuem um copo com isto escrito:

Aelen
-_-'
Confesso que, por uns breves momentos, ainda pensei que não era o meu.

Papoila

On the other side

Quando dás uma opinião relevante, não apenas a explicação do porquê de preferires baunilha a chocolate, make sure de que ela é sustentada em factos e não nas tuas vontades. E não julgues as vontades de alguém pelas opiniões que tem nem pelos factos em que as mesmas se apoiam.

Enfim. A medicina tem destas coisas.

Papoila

terça-feira, 30 de março de 2010

Ainda sinto a tua falta

Considerando o teu cabelo ruivo, o topo do edifício era o lugar que mais soberania te dava. Batia-te o sol do meio-dia e a tua perfeição afirmava-se. Uau, pensava eu. Mas a tua modéstia sobrepunha-se à tua beleza e, se há coisa que me impressionava, era a tua simplicidade.

Deverei dizer que, para quem não te conhecia de perto, nunca foste senhora de muitos carinhos. Tinhas a objectividade adulta, que faltava a muitos e que era frequentemente interpretada como presunção. Mas, minha querida, não o era. E eu sabia-o.

Estive lá hoje, meu amor. E foi como se estivesses comigo. Como se te visse novamente a varrer o prato com o pão e a carregar nos erres, sorrindo-me. Eu brincava com o papel enquanto fazias uso da inesgotável paciência que tinhas para os meus devaneios. Rimo-nos muito juntas, não foi?

Vem cá e abraça-me novamente.

Minha querida, é Primavera, o lírio que me ofereceste murchou e sujou o meu livro de roxo. Quem me oferecerá lírios agora?

O Verão vem aí, vem beijar-me a nuca agora que ninguém o faz ao teu jeito.

Meu amor, o sol está-se quase a pôr. Corre! Vem comer o chocolate na varanda.

Vai buscar a fita e mede as nossas pernas. Vês, és a mais elegante. Não ligues à senhora, a rir-se dos nossos complexos.

Vamos cavalgar na sexta à tarde? Vem, meu amor. Peço ao Rui para te guardar o melhor cavalo.

Vão destruir o lugar que mais me faz lembrar-te. Fui hoje vê-lo pela última vez e, de repente, a gravata apertou-me o colarinho em demasia. A mim, que nem gravata uso. Queria que chovesse e me cobrisses com o teu blusão. Que nos escondêssemos na sala grafitada e que me pegasses ao colo, na loucura da juventude. Tenho saudades da confiança de que fazíamos uso, sem grandes escrúpulos.

Ainda sinto a ânsia de correr para ti quando alguém de costas, por um segundo, me faz lembrar-te (e me esqueço de que não podes ser tu).

Quando morreste não acreditei. O meu corpo tremia mas a minha face ostentava um sorriso assustado. Não há coisa mais irónica que a morte e eu não acreditei que o sacana do teu Deus te tivesse escolhido a ti. Tinhas demasiados planos para seres tu, ele não viu isso?

Papoila