sexta-feira, 14 de maio de 2010

Lame Alert


Impressiona-me como ainda me apaixono por ti todos os dias. Já lá vai algum tempo desde que tudo começou e ainda me parece que foi ontem. Abraço-me a ti. Beijo-te a bochecha e por ali fora, sempre bem perto de ti, sem te largar, até que, com carinho,me pedes para soltar e me chamas chata. Sou chata, eu sei. Mas não resisto à tua pele.
E depois, quando fico de volta de um trabalho enquanto tu adormeces, cansada, no mesmo quarto, sou incapaz de conter um sorriso com a doçura com que o teu respirar profundo e sonoro (ou não estivesses constipada) me faz cócegas no coração.

Orquídea

quinta-feira, 13 de maio de 2010

segunda-feira, 10 de maio de 2010

eBay portugaysa

Meninas, lembram-se da história de que o meu senhorio vai, tão gentilmente, vender a casa onde me encontro a residir? Pois. Ao que parece a nossa saída daqui vai ter que ser pepe-rápida - que é para não dizer no final de Maio (em plena época de exames, uau, que prenda). Sendo assim, e visto que a casa para onde vou morar não terá, à partida, alguns electrodomésticos/móveis, venho fazer-vos um apelo: se tiverem ou conhecerem alguém que tenha, e queira vender a preço de amigo, os seguintes itens, por favor *apitem* aqui:

1) Máquina de Lavar a Roupa
2) Máquina de Lavar a Loiça
3) Microondas
4) Frigorífico
5) Mesa de Cozinha
6) Colchão/Cama

Não somos muito exigentes. Desde que funcione, ficamos felizes!

Papoila

Merda

Que quando uma coisa corre mal, outras vinte vêm atrás.

Papoila

domingo, 9 de maio de 2010

Eu sei por onde anda a nuvem de cinzas.

Bah.
Papoila

Soul Mate

Somos tão moldadas uma à outra que, no outro dia, durante um rastreio em que nos mediram a pressão arterial, apercebemo-nos de que tínhamos resultados iguais iguaizinhos! E muito saudáveis! Foi de tal forma gritante que a médica ainda nos perguntou se comíamos a mesma coisa.


(-Orquídea, o que é que estás a fazer?
-A postar sobre as nossas hipertensões.)

Orquídea

sábado, 8 de maio de 2010

Mea Culpa

Queria aproveitar este espaço para fazer um pedido de desculpas formal por ter comprado uma garrafa de água gelada para a Papoila, visto que o facto de a ter bebido durante o seu segundo treino de Futsal proporcionou o desenvolvimento de uma condição caracterizada por odinofagia e alguma intolerância a conversas prolongadas por esforço excessivo da garganta.
Assumo a minha responsabilidade e deste já me comprometo em cuidar bem da sua garganta até ficar como nova. Palavra de flor.

Orquídea

Assim não vale

Nem tive tempo de ter saudades da chuva! Que desperdício de depilação e de calções e vestidos jeitosos que trouxe da minha terra... Lá vou eu ficar novamente com o bronzeado à camionista este Verão, estou a ver.
Volta sol! A minha pele precisa de ti!

Orquídea

Casas

Soube bem passear lá dentro contigo. Soube bem sentir, por um momento apenas, que chegaria o dia em que faremos o mesmo, mas para nós, apenas. Olhar para cada canto da casa vazia, imaginar lá a nossa vida e dizer "Ficamos com ela." Sonhar e recomeçar.
Passo o tempo a adiar-me, eu sei. Nunca faço, vou sempre fazer. Há-de chegar o dia, meu bem, em que não poderei fugir mais. Até lá, paciência e persistência.

Orquídea

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Porque as meninas ainda têm garra! - II

Chega agora a hora de fazer o rescaldo daquilo que foi a primeira semana de treinos. Na terça ia eu, cheia de genica, mostrar o que (não) sabia fazer com os meus pezinhos. A ideia até era boa, não tivessem os ténnis, depois de lavados na máquina, terem ficado mais escorregadios que uns chinelos em pleno azulejo molhado. Andei, portanto, a jogar hóquei em patins (e não futsal) e dei, com certeza, um grande espectáculo de ginástica e equilibrismo. Ganhei, inclusive, uma medalha ensanguentada no meu joelho (que, coitadinho, já há uns anos não se aventurava nestas coisas).

Mas ontem a coisa foi diferente. Ontem levei os meus ténnis novos! Aqueles que só foram escolhidos depois de uns 20 terem passado pelo meu Pé-de-Cinderela e que quase esgotaram a paciência da Orquídea! Se uns serviam, eram demasiado caros. Se estavam a bom preço, não prestavam. Se eram os ideais, não havia o meu número. (suspiro) Mas conseguimos vir p'ra casa com uns e ontem o treino teve um balanço extremamente positivo.

Hoje, apesar de não ter as dores musculares características, tenho umas pernas que não sabem bem para onde devem ir mesmo quando as ordeno que é para a direita. Conhecem aquela sensação de já não saber andar depois de fazer 50km na bicicleta? Pois.

Mas estou contente. Finalmente recomecei uma das coisas que sempre foi a minha paixão e, melhor ainda, vou ter um treinador à maneira!

Papoila

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Só para dizer...

...que escrever em fitas de finalista é difícil. Não só pela carga emocional associada, mas, especialmente, porque o material da própria é muito chato. Ou então sou eu que sou esquisita a escrever.
Vá, dêem o desconto, estou com sono e preciso de desabafar. Já passou.

Orquídea

terça-feira, 4 de maio de 2010

Orgulho de Flor

Pensei várias vezes sobre como escreveria este post. Muitas frases me vieram à cabeça, umas mais malandras que outras, mas como eu não sou assim, como sou uma pessoa correcta e íntegra, digo apenas...

A minha Papoila tem as pernas mais giras do Futsal. E os calções mais curtos também.

Fui levá-la ao primeiro treino, para o qual ia tão entusiasmada. Visto ainda ser cedo, fiquei um pouco a ver como era. Meninas a correr de calções e tal, sem ligarem ao frio que se começava a fazer sentir. Felizmente, estava a escurecer e já não se via muito bem o meu olhar e sorriso babado para uma em especial. Tenho muito orgulho. Fico muito feliz por a ver de volta ao desporto desta forma.

Enfim, as desportistas têm outro encanto, n'est pas? 0=)

Orquídea

Feira do Livro, Lisboa 2010

Sempre gostei muito da Feira do Livro de Lisboa, apesar de não serem muitos os anos que ela conta na minha presença. No entanto, desde que estou em Lisboa, nunca lhe falhámos. No passado domingo tivemos o prazer de passear por lá, comer um bolinho e terminar a noite com pizza. Tudo isto na presença de uma grande amiga nossa, que tornou a noite memorável mesmo tendo em conta que (1) não comprámos nenhum livro e que (2) o Benfica perdeu!

Papoila

Porque as meninas ainda têm garra!

A três horas do meu regresso ao futsal feminino, venho aqui anunciar que hoje vou iniciar a minha renuncia ao sedentarismo! Desta é que é (até porque, após gastar as minhas poupanças em equipamento, o meu self ficaria extremamente chateado se não me visse a cumprir o previamente estipulado). Sendo assim, e mesmo estando nauseada até-até, aqui a je vai aventurar-se pelo metro de calções e dirigir-se ao lugar onde tudo acontece!

Ainda há mulheres corajosas, não há?
(E nesta parte espero muitas respostas encorajadoras... =x)

Papoila

segunda-feira, 3 de maio de 2010

domingo, 2 de maio de 2010

Feira

Tinha saudades da tua bochecha. Beijo-te com a orelha e faço-te sorrir. Não me deixas soltar o abraço que te devia há demasiado tempo. Estou contigo. Estou bem. De novo.

Orquídea

Enxaquecas

Detesto quando o meu trabalho está dependente dos outros.

Não é de uma pessoa se passar dos carretos quando o resto do grupo se faz de esquecido para as horas combinadas? Ora vejamos: (1) Para a semana começam os exames. (2) O trabalho é para apresentar na quinta e, tendo em conta os já apresentados, a fasquia é bem alta. (3) Os meninos decidiram esquecer-se que o prazo combinado era as 19h do dia de hoje e são quase 23h.

E agora quem tem que fazer directa, quem é?

(suspiro)

Papoila

Error

Vi a caixa vazia e entristeci - já não sabia que dela tinha feito.
A efemeridade faz de nós estúpidos.
Papoila

sábado, 1 de maio de 2010

Márcia, A pele que há em mim

Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu

E o cão a guardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim

Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
E o sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu

Da me o mar, O meu rio, Minha calçada
Dá-me o quarto vazio, da minha casa
Vou deixar te no fio da tua fala
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada

Há que elogiar a boa música portuguesa. Um atiranço de almofada especial à Samica, que tão gentilmente ma cedeu, mesmo tendo em conta que sou alentejana.

Papoila


A dream to die. For.

So he brought her a high cliff. Turned southwest, where dolphins swim by and seagulls restlessly fished. There, were the sun had never set his bed to sleep, they’d seat for hours. Not for any special conversation (although it had been a nice place for a wedding proposal), not for particular silences, not for the saddest or happiest days. No. That was a place just to be. No bitterness or high excitement had ever been felt in that step between life and something else. Exception made for that single day when she ordered him to lay down on the grass. She, then, pulled the bridge out of his pocket, waited for a strong gust of wind, raise her arm up in the air and let the cards flew. How amazing, even if for just a moment, to see her face filled with joy. There goes the queen!, she said. He suddenly opened his eyes and, after the tinniest moment in which he allowed himself to enjoy the view, his heart overflowed with anger. Not my cards, Anna!, he shouted. And run for them. At the time he’d got to the king, the queen had already been submerged into the ocean. No more games were to be permitted between them, she concluded while fearlessly threw her body to the sea. Then he took his shoes off and jumped in, saving his queen for an ever after happy life together.

com A pele que há em mim, Márcia
Aqui

Papoila

We all had our reasons to be there

We all had delusions in our head
We all had our minds made up for us
We had to believe in something
So we did

Papoila

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Numa aula...

"Há coisas nesta vida que nunca têm plural."


Frases fora do seu contexto geralmente resultam em interpretações curiosas.

Orquídea

Hoje apetece-me isto

36 Degrees - Placebo
Aqui

Ou melhor... O albúm todo. Hoje está mesmo a apetecer um crowdsurfingzinho!

Orquídea

terça-feira, 27 de abril de 2010

Reencontrar alguém significativo.
A minha mãe disse-me, um dia, que ainda ia bater muita vez com a cabeça na parede.
A desilusão é um erro de ilusionismo.
(Não) Percam tempo.
O superlativo absoluto não existe.
O meu pai disse-me, um dia, que não havia mais ninguém no mundo que pudesse gostar tanto de mim quanto os meus pais. Tenho reflectido sobre isso.

Gosto muito do meu pai.
E, quando acontece, consigo passar horas sem fazer nada.