Deixamo-vos algumas fotografias que nos apertaram o coração. É favor clicar sobre as mesmas para as ver em condições.
Resumindo
Há 2 dias
Deixamo-vos algumas fotografias que nos apertaram o coração. É favor clicar sobre as mesmas para as ver em condições.
Sempre fui uma miúda precoce (lol). Sei que ainda faltam uns meses mas também sei que não te importas. Sempre me disseram p'ra não deixar para amanhã o que posso fazer hoje - e eu sou bem mandada. Ambos sabemos o propósito deste post, mas vamos guardar isso no segredo dos deuses e fingir-nos despercebidos. Tenho sido uma menina bem comportada e não tenho feito mal a ninguém. Escovo os dentes com regularidade e como ervilhas, mesmo não gostando muito. Faço a cama todas as manhãs e, depois de uma educação anancástica (pobre de mim), até arrumo os sapatinhos paralelamente à cama. Sendo assim, gostava de receber como recompensa, um dos ítens da seguinte lista.


É já amanhã!
Para quem não sabe, a máquina de RM faz barulhos esquisitos. Uns tum-tum-tum ou pipipipipi irritantes. O mais curioso foi que, enquanto ouvia aquilo, em vez de pensar na poluição sonora que seria, dei por mim a imaginar uma música de Nine Inch Nails com a voz do Trent Reznor por cima a cantar alguma letra de revolta e um concerto cheio de gente a bombar com aquele ritmo mecânico de fundo. E depois os barulhinhos mudaram de frequência e dei por mim, agora, no fim de uma música de Chemical Brothers, com mais público a delirar com o som psicadélico da máquina de ressonância. E é assim que uma pessoa se entretém durante os 25 minutos que me disseram que demorava o exame: a chegar à conclusão de que gosto de coisas estranhas. Até do ruído da máquina de RM. Cá para mim devia ter feito a ressonância à cabeça também...
Aqui. A verdade é que o 'migo Nelo sabia o que ia acontecer. Pelo menos aqui por casa assim foi - cuequinha e soutien.
Ok... no amor, para além de se partilharem as alegrias, partilham-se as mágoas e a dor. Mas, meu bem, temos mesmo que partilhar a dor de costas?
1) Levar-te o pequeno almoço à cama.
Lembro-me dos dias em que te conheci e, para avivar os sentidos, ponho The Gift a tocar. Serão sempre estes acordes que me recordarão com exactidão os meus lábios a aproximarem-se de ti, assustados, pedindo autorização para se ousarem.
Nesse dia ouvimos a Sónia a cantar junto ao Tejo, na companhia de uma estrangeira que se nos juntou e que, ao contrário de nós, sabia exactamente o que se estava a passar connosco. Havia ali um clima pouco usual.
Senti, pela primeira vez, a opressão de não te puder beijar desmedidamente. Bastava-me olhar para ti e a frustração expandia-se, tanto que até o estômago se ressentia e as pernas tremiam. Sensação estranha a de querer tanto uma pessoa e, ao mesmo tempo, não nos permitirmos a isso.
Antes de passar para o longo romance que reservei para o Verão, decidi ler este livro que já esperava por mim há algum tempo na prateleira. Não vi o filme, mas tinha ficado muito curiosa por ler o livro ao ouvir as criticas ao mesmo. E não me desapontou.
Como é? Bloggers tripeir@s vão ouvir boa música no final de Agosto?