quarta-feira, 16 de maio de 2012

O egoísmo

Pode aparecer de todas as frontes.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Carlos do Carmo I

'Tenho uma agenda que parece um cemitério.'
Carlos do Carmo
Papoila

TPM talk

1) Mas por que raio as pessoas insistem em bater com as portas? É assim tão difícil rodar a maçaneta?!
2) Para quê tanto mau humor matinal?  Só se perde com isso.
3) Quem não gosta não come e quem 'tá mal que se mude, aprende-se na minha terra desde pequenino. Não é assim tão trivial... mas é uma boa e bruta regra.
4) Se só se consegue olhar para o que não se tem, então, é natural que se considere ter uma vida triste e aborrecida.
5) Até percebo que a presença de alguém possa, por vezes, ser inconveniente... mas é de uma insensibilidade tremenda tornar isso perceptível, ou não?
6) Qual deve ser o limite de tentativas para marcar qualquer coisa com alguém que diz ter uma agenda carregada?

Aie. Chovem confetis, aqui.

Papoila

Síndrome de Guyon III


Gawwd, it hurts.

Papoila

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Já temos morangos!


Já temos um morango maduro e outros poucos a caminho!
Papoila

I get you


Papoila

Podem não o ter dito

Mas entendeu-se que gostaram.
Valeu a pena.

Papoila

Ritual da tua chegada

Como se de um reencontro pós-guerra se tratasse. Tomo banho, visto o meu melhor vestido, ponho o meu melhor perfume e uso o eyeliner que me ofereceste. Fico pipi e vou receber-te de coração ansioso. Finalmente.

Papoila

Mafalda,


Segui as tuas passadas: agora também eu estou no Postcrossing! Obrigada por mo dares a conhecer. Quem sabe se, um dia, receberás um postal meu!

Papoila

Como Ntunzi III

Ntunzi entrava em greve de existir.

Jesusalém, Mia Couto
Papoila

domingo, 13 de maio de 2012

Parabéns!




6 mesinhos
és a alegria da mamã

Papoila

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Sozinhas em casa II


Meu amor, 

A Fox tem cuidado bem de mim. Todas as noites, quando estou no puff, salta-me para cima e começa num namoro interminável às minhas pernas. Lambe-me o pijama todo e eu desfaço-me em cócegas, de tal forma que a Margarida já veio ver de mim ao quarto para se certificar que eu estava mentalmente sã, de tantas gargalhadas.

Agora ando a aprimorar a técnica de dar duas pancadinhas no lugar onde quero que ela venha ter. Anda a resultar, acreditas? Muito esperto, o nosso rebento. É claro que o que ela quer mesmo não é agradar-me, é receber um docinho, mas ficamos ambas contentes com o resultado.

Agora arranjei-lhe um guarda molas com um gancho na ponta (parece um mini-balde com furinhos). Pus lá o feno dentro e pendurei o aparato naquelas argolas arco-íris. É uma diversão vê-la a comer de lá. Faz imensa ginástica!

Finalmente consegui pesá-la! Deu, mais coisa menos coisa, 2500g! Lembras-te quando ela pesava apenas 400g? 'Tá tão crescidinha!

Mudei o WC dela para o pequenino azul e arrumei a caixa branca, a grande. Ela tem-se portado muito bem, pelo que ganhámos mais espaço no quarto! YEY!

De novidades Foxestas penso que é tudo.

Miss you a lot, and so does Fox. 

Papoila

Síndrome de Guyon II

Que chique dizer 'Eu cá tenho Síndrome de Guyon!'. Vai ser só fans a partir de agora.

Papoila

Como Ntunzi I

'A cegueira é o destino de quem se deixa tomar de assalto pela paixão: deixamos de ver quem amamos.'

Jesusalem, Mia Couto
Papoila

Como Ntunzi

'Paixões mais deliradas que vividas.'
Jesusalem, Mia Couto
Papoila

Síndrome de Guyon I

Até à resolução do problema, cirurgicamente ou não, disse-me o Doc que teria que andar com uma coisa destas. Dirigi-me ao local onde as podia adquirir *ao mais baixo preço* e sabem quanto me pediram? 71 euros - o correspondente a 2/3 da minha mesada. Ficou na montra, é claro.

Papoila

Síndrome de Guyon


Tanto trabalho manual havia de dar em alguma coisa.
Agora espera-me uma electromiografia.
Papoila

Grizzly Bears - Uma mão cheia de Cuteness


As fotos destes animais são sempre amorosas. 
Numa próxima vida, serei um deles e passarei o meu tempo assim:


Papoila

A vida é bonita no metro de Lisboa #2

Quando, à minha frente, se sentam dois rapazes e o meu gaydar tilinta. Um com um brinco discreto de madeira, calças verdes e casaquinho justo - típico ar intelectual, com Dostoiévski na mão. O outro, menos vistoso mas com cara igualmente doce, a seu lado. À despedida, o mais baixo diz 'Não te vejo amanhã. Nem sexta. Enfim... Então até logo.' e, triste, se levanta. [Faltou o beijo, até eu o senti. Afinal, o tempo de ausência ainda iria ser considerável.] Mas o mais alto não o deixa ir embora sem umas pancadinhas na perna - que o mesmo é dizer, 'Eu sei... se pudesse, também te beijava.'.

Papoila

Essa coisa que todos procuramos

O conforto está, por vezes, onde menos se espera.

Papoila

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Aquilo que o silêncio conta

É, por vezes, mais triste que a hipotética presença da tua voz.

Papoila

Já só faltam 7 dias!

Serei paranóica, controladora, dependente, amedrontada e [inserir os demais], quando digo que queria que esta segunda-feira fosse já a da próxima semana?

Olha, morzinho, a nossa Fox continua a saltar em histeria de um lado para o outro do quarto. Estamos ambas bem e felizes. Ela anda especialmente carinhosa comigo. Empoleira-se nas minhas pernas, vezes sem conta, para me espreitar ao PC e se assegurar do meu bem estar fisicopsicoambiental. Estou bem entregue.

Amo-te.

Escrevi sobre a Vivida, podes ler, está uns posts abaixo.

Papoila

Encontros Fortuitos

Quando no metro, após sorrir para uma criança, ela me oferece uma papoila que colheu no jardim.

A vida é bonita.

Papoila

Mensagens Ocultas V

Quando esqueces que as tuas acções não moldam apenas a tua vida, então, estás a errar.

Papoila

Mensagens Ocultas IV - You Learn



Recommend getting your heart trampled on to anyone
I recommend walking around naked in your living room
Swallow it down (what a jagged little pill)
It feels so good (swimming in your stomach)
Wait until the dust settles

You live you learn
You love you learn
You cry you learn
You lose you learn
You bleed you learn
You scream you learn

I recommend biting off more than you can chew to anyone
I certainly do
I recommend sticking your foot in your mouth at any time
Feel free
Throw it down (the caution blocks you from the wind)
Hold it up (to the rays)
You wait and see when the smoke clears

You live you learn
You love you learn
You cry you learn
You lose you learn
You bleed you learn
You scream you learn

Wear it out (the way a three-year-old would do)
Melt it down (you're gonna have to eventually anyway)
The fire trucks are coming up around the bend

You live you learn
You love you learn
You cry you learn
You lose you learn
You bleed you learn
You scream you learn

You grieve you learn
You choke you learn
You laugh you learn
You choose you learn
You pray you learn
You ask you learn
You live you learn



Alanis Morissette, in Ensinamentos da Vida Diária
Ouve aqui.

domingo, 6 de maio de 2012

Mensagens Ocultas III

É por amor. E alguma tristeza.

Papoila

Mensagens Ocultas II

Quando esgana o pescoço e retém, com propósito, toda a angústia no peito.

Papoila

Mensagens Ocultas I

Dramatizações querem-se no teatro.

Papoila

Mensagens Ocultas

Especial. O que é isso, na verdade?

Papoila

Vivida é. Tal como tu.


Se até eu escrevo, quem és tu para não acreditar.
Isso é, também, orgulho.

Vivida nunca tivera grande habilidade para distinguir a fantasia do autêntico e palpável. Dos livros que lera, à revelia de seu pai, haviam-se-lhe intersectado as ideias com suas próprias vivências. Seu pai lhe dizia que a literatura era para os loucos e que gerava padecimentos múltiplos. Com o repetir do costume, se instalou a doença moderna e contagiosa, o Síndrome Utópico. Doença dos leitores, sonhadores e alguns políticos, permanecia, no entanto, rara. Processo moroso foi o do diagnóstico. Seu pai, Facilitado, desconfiado da instalação do agente infecioso em sua primogénita, correu à procura de especialista. Embora pouco estudada, diziam as mulheres de idade que era mal de peito profundo, tendo Facilitado, por essa razão, catado cura nos médicos do coração. Nem esses, nem os restantes, nem até as benzeduras da Tia Ascensão-Céu Virgem, a livraram do infortúnio. Com sentença vitalícia para padecimento de Síndrome Utópico andou, desde então, vivendo Vivida. O que Facilitado desconhecia era que esta, secretamente, preservava um lerdo orgulho por carregar esta doença na profundura de entre os seios.

Até aqui a história de Vivida pode parecer-vos trivial. O que desconhecem, caros leitores, é que este Síndrome Utópico carrega consigo mais peso do que pode, primeiramente, sugerir.

Papoila