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domingo, 14 de novembro de 2010

Método Tcharam


Eu gostava de conseguir usar o método Tcharam. Gostava de não fugir quando, em vez de dizer "Fui ter com a minha namorada", acobardo-me e digo "Fui ter com uma amiga minha". Não é uma amiga minha. É *a* amiga, é *a* pessoa. E se alguém me diz com naturalidade que o namorado fez isto ou aquilo, porque é que eu não sou capaz de dizer da mesma maneira? Eu quero ter essa coragem. Quero esse à-vontade. Sinto vergonha quando fujo assim, sinto que estou a enganar, não só quem me ouve mas especialmente de quem falo. Não tenho vergonha de nós, não somos diferentes, não temos de ser tratadas de forma diferente, porque é que insisto em ser a primeira em tratar-nos de forma diferente?
Há-de mudar. Um dia uso o método Tcharam. E a partir daí, usarei sempre. Como espero que todos usem e que todos falem do assunto. Not such a big deal.

Orquídea

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Tenho uma namorada que

para além de muito bonita e inteligente, é também muito corajosa.
Roam-se de inveja meninas!
Papoila

terça-feira, 18 de maio de 2010

Honestidade vs Mentira

Tento ser sempre honesta. Não consigo nem gosto de mentir a não ser para fazer surpresas - e é das que deixam as pessoas felizes. Mas, se por ventura, prego uma mentirinha pequena (daquelas que evitam discussões desnecessárias e que nem sequer fazem de mim má pessoa - tipo a amiga que foi sair com o namorado, mas cuja mãe não sabe, e eu digo que não sei onde ela está) sinto-me realmente mal com isso. A questão é: até que ponto podemos/devemos usar a mentira para nos protegermos? Detesto ter que inventar razões para justificar a nossa partilha de despesas, principalmente a quem nada tem a ver com isso e que, ao saber, simula um grande ?! facial.

Argh...

Papoila