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domingo, 5 de fevereiro de 2012

A vida é (por vezes) bela






Entre o estudo de MGF, acedeu-se-me à alembradura que os nossos 4 anos e 4 meses de relação - realizados no passado dia 4 (são tantos 4s que já os usei como pretexto para fazermos uma comemoração romântica nos próximos dias) - correspondem temporalmente à nossa estadia em Londres há um ano atrás. Pois é. Logo se me aprochegaram as temerosas saudades e as memórias tão genuinamente felizes do tempo em que a vida era menos pesada. É certo que foi (só) há um ano, mas a verdade é que, desde então, há parâmetros em que a vida me tem feito das suas. Mas adiante, Papoila, adiante.

É por isso que decidi fazer uma homenagem aos nossos pés e joelhos que, dado o itinerário extremamente exigente a nível temporal e físico, sofreram as devidas repercussões. Hoje faço uma homenagem aos nossos pequenos almoços em casa da nossa prima, com pão acabado de sair do forno e uma paisagem para o Thames (e respectivas gaivotas, canoas e remos, pescadores e ferry boats). Ao magnífico tempo que apanhámos (recebi agora um mail da minha prima dizendo que já lá nevava à grande e à francesa - que contrasenso), e que nos permitiu andar de sweatshirt. Faço uma homenagem à situação económica de então que, apesar de já não estar famosa, ainda nos permitiu alguns devaneios e extravagâncias (como é bom ver o livro da Nigella Lawson na minha prateleira...). Homenageio também os extremamente úteis e versáteis transportes públicos londrinos, que nos punham em qualquer lugar em três tempos. E o sotaque. E o facto de, por esta altura, ter os exames todos feitos (e bem feitos).

Fomos tão felizes em Londres. Tão felizes!

Papá, quando for grande quero ser viajadora profissional.

PS: As fotos foram cuscadas e seleccionadas, sem grandes critérios, da enorme pasta de fotos que lá tirámos. Não há nexo na ordem ou motivo de escolha. Enjoyam!

Papoila

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Londres


Amo Londres. E isto destroça-me o coração. Tenho-o muito apertado.

Já chegaram a Camden. How did it come to this?





Orquídea

domingo, 13 de março de 2011

Eye Do

Uma coisa interessante que descobrimos no London Eye é que organizam casamentos lá. Mas o mais curioso foi ver o vídeo de publicidade a essas celebrações. Para além das imagens de um casamento comum, apareciam também imagens de um casal homossexual!


Visto que lá o casamento entre pessoas do mesmo sexo tem o nome de Civil Partnership, no site do London Eye, infelizmente, são mencionados forma separada, mas, de qualquer forma, fiquei satisfeita por ver a publicidade embarcar as duas possibilidades!

Orquídea

terça-feira, 8 de março de 2011

Fomos ali a Londres

E já voltámos.
Apanhámos bom tempo, deliciámo-nos com o sotaque britânico, comemos scones, penteamo-nos no British Museum, apanhámos sol nas escadarias de St. Paul's, deixámos de nos surpreender sempre que ouvíamos falar em português (viu-se mesmo que era fim-de-semana prolongado em Portugal...), jantámos no Victoria Palace Theatre enquanto esperávamos pelo início do musical, encontrámos gente conhecida, ouvimos três raparigas desconhecidas no metro a cantar o novo hino da nossa faculdade, vimos Londres à noite do topo do London Eye, passámos a correr a melhor parte de Camden porque nos encantámos logo com a mais aborrecida, provámos chá de Turkish Apple e foi impossível não trazer, comprámos quinze postais por uma libra, perdemos luvas, enganámo-nos no autocarro carregadas com malas e compras, ouvimos duas americanas na conversa a dizerem vinte "likes" entre cada estação de metro, enlatámo-nos como sardinhas no underground, ouvimos boa música nas lojas, comprámos um avental que diz "I Believe I Can Fry" (adivinhem para quem é...), voltámos a tirar centenas de fotografias e, ao fim do dia, ao chegar a casa, tínhamos uma paisagem lindíssima para o rio.
... etc etc etc ...
Foram dias muito cheios (como o metro de Londres em hora de ponta) e, ao mesmo tempo, sinto que ficou tanto por ver e por fazer. Londres não se esgota. Nunca. Continuará desconhecida para mim, com a delicadeza e simpatia de me deixar voltar sempre que quiser para descobrir um pouco mais do seu encanto que tanto me seduz. Ai, Londres...

Orquídea

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Londres II

Aquele post não me bastou. Cá vai mais um...

Porque Londres tem um ar diferente. E não me refiro ao fog, nem à chuva, nem ao fumo. Para os meus pulmões, é um ar mais vivo. É um ar que preenche o corpo, que o lembra de onde está, que o torna mais leve enquanto caminha por aquelas ruas. É o mesmo ar que acompanhou Virginia Woolf nas suas caminhadas nesta cidade, porque mantém a vitalidade que tanto a apaixonou. Porque já me perdi com tanto prazer na sua escrita e em Londres, de repente, estou dentro dela.
Porque Londres tem aquela língua, aquele sotaque e aquele ar distinto. Porque há jardins com bancos para apanhar algum sol, porque há museus incríveis gratuitos, porque os carros andam ao contrário e porque estranho o volante à esquerda. Porque há tanta música que por aqui passa, tanto ruído bom que surgiu cá e que adoro. As minhas guitarras distorcidas. E, claro, o poder das raparigas.
Por tanta coisa.

Porque já fui muito feliz em Londres.
Ah, e porque me tornei uma senhorita lá...

É a cidade. E, agora que se confirma a viagem, estou tão feliz por lá ir voltar. Graças a ti.

Orquídea

Londres

Para mim, Londres é:
Ou seja...
omg omg omg I'm going to London!!

Orquídea