Mostrar mensagens com a etiqueta nossos amores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta nossos amores. Mostrar todas as mensagens

sábado, 27 de outubro de 2012

Ornatos Violeta


Haveria muito para dizer e muito pouco ao mesmo tempo. Estive lá, tinha de estar. Mesmo que tivesse apenas uns quatro aninhos quando os Ornatos deram os primeiros passos, quando eu ainda nem sequer gostava de Spice Girls. Nem importa ter começado a ouvir repetidamente os seus dois discos bem depois de terminarem, influenciada pelo segundo projeto do Manel, os Pluto. O que interessa é que durante os anos de liceu repeti-os de tal forma aos meus ouvidos que deixaram marca. Muitas, aliás, que há músicas para várias ocasiões, vidas, momentos. 
O Manel, esse, segui-o. Vi Pluto na primeira fila da Aula Magna, vi Foge Foge Bandido nos camarotes do Sá da Bandeira. E quinta-feira estive lá, vi e ouvi Ornatos.
Sobre o concerto, não sei o que diga. Longo como a espera e imenso como a satisfação por cada música e cada momento.
Sinto que, agora sim, a minha adolescência músical está completa e feliz (visto que uma ressurreição do Jeff Buckley não parece muito provável...). Estou quase quase a fazer um quarto de século, a entrar na especialidade, a ser definitivamente crescidinha, basicamente. E talvez Ornatos no coliseu nesta fase tenha ajudado a concluir este ciclo.

Foi tão bom para mim como foi para ti.

Orquídea

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A Viagem


Estamos de volta. O fim-de-semana prolongado foi... memorável! Há muito tempo que esperávamos por uma oportunidade destas, uma viagem a duas, com o nosso ritmo, os nossos passeios e a nossa fuga de tudo o que sufoca. Soube tão bem esta liberdade. Adorámos os sítios que visitámos, as pessoas que nos receberam, os amigos de sempre e os novos amigos, enfim, foram dias muito especiais. Se não fosse a saúde (ou a falta dela) da Papoila, que nos traiu e limitou bem mais do que queríamos, teria sido perfeito. Nem sequer choveu!
No Porto, aproveitámos as vossas recomendações. Adorámos a zona do Miguel Bombarda e a Rota do Chá, parámos para o pão de ló na Casa do Ló, lanchámos na Boulangerie de Paris e fomos aos belíssimos croissants da Concha d'Ouro, visitámos o Palácio da Bolsa, fomos a Gaia olhar o Porto, admirámos a Sé e a Igreja de São Francisco, descemos até à Ribeira pelas suas ruas estreitas, perdemo-nos nas lojinhas da rua de Santa Catarina e arredores, passeamos nos jardins do Palácio de Cristal e ficámos de voltar para aproveitar melhor a noite do Porto que, infelizmente, com o corpo a dar de si, não fomos capazes de a viver plenamente. Para além disso, as paragens na Figueira da Foz e em Coimbra foram também enriquecidas com companhia e visitas guiadas de elevada qualidade e um belo almoço sobre o rio Mondego tão gentilmente recomendado por gente muito amiga. Obrigada a todas pelas sugestões! Prometemos algumas fotografias para breve.
Temos um país tão bonito!

Orquídea

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

E para mim...

..., que nunca tive um animal de estimação para além de bichinhos de seda que os meus pais lá me deixavam ter, gostava muito de um gatinho ao meu colo. A Papoila quis oferecer-me um, o que me deixou muito feliz, mesmo sabendo que neste momento não é possível. E depois de conviver um pouco mais com esta espécie, dá ainda mais vontade de cuidar de um. E, sim, talvez ajudasse ter um bichinho a fazer-me companhia cá por casa, sempre havia algum movimento para além do meu olhar sobre os livros. A alergia parece ser afinal psicossomática, pode ser que no futuro se proporcione. E sim, já sei, eu com gato e a Papoila com cão, vai ser interessante...

E parece que o Orlando está a morrer... Cinco anos depois, custa-me muito sentir que o estou a perder. Preciso da sua companhia, cor e energia. Espero que ainda vá a tempo de o ajudar.

Orquídea

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

doismileonze

Não estou com muita vontade de iniciar 2011. Estou a sentir-me bem em 2010, que me tem trazido tanta coisa boa, e não me quero aventurar num novo ano. 2011 vai trazer muita angústia e desafios muito complicados. Por um lado, finalmente estou a chegar a 2011, *o* ano, aquele que vai determinar tanto do meu futuro. Mas vão ser 11 longos meses de estudo e vou precisar de muito miminho e muito apoio e muitos abraços inesperados e essas coisas todas...
E depois tenho este 2010 e tudo o que aconteceu este ano... Contei ao meu irmão, à minha mãe (fogo, à minha mãe!), encontrei pessoas magníficas que se tornaram tão amigas e tão essenciais, perdi tantos medos e tanta vergonha, passei 2 semanas no Gerês e fui a Paris com a Papoila, dancei em cima do palco do Coliseu dos Recreios, enfim... Sou melhor. E não quero que este ano termine.
Mas lá vai ele... Vamos apostar então numa boa despedida, vou respirar fundo e cá vamos nós. Em frente, que é o caminho!
*breathe in... breathe out*

Orquídea

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O meu Natal

Chegou esta altura do ano, que está prestes a terminar, e a minha vivência natalícia resume-se a um estado mais sensível e emocional em que penso no ano que passou e nas pessoas à minha volta.
E penso em ti. E sinto que preciso de voltar a escrever uma carta de amor para que saibas o quanto existes em mim. Preciso que saibas o quanto me apetece fechar os olhos e mergulhar em ti sempre que oiço estas músicas, como sinto o peito de novo incendiado quando relembro filmes destes porque a tua memória é sempre constante e quero fugir para ti. És tanto. E és única. E, venha o que vier, sei quem és e sei o quanto quero quem tu és a meu lado. Relembro a luva na luva, no frio de Paris, e o quanto a tua mão na minha me é essencial.
Já escrevi muito sobre amor, mas quero repeti-lo, desta vez com conhecimento de causa. És tu.

Orquídea

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Paris


Apanhámos muito frio, falámos (mal) francês, percorremos a pé os Campos Elísios, declarámos o nosso amor na neve em cima dos carros, comemos croissants, crepes e um bolo judeu, fomos ao topo da Torre Eiffel, fizemos um mini-boneco de neve, passeámos de mão dada, trocámos um beijo junto à campa do Oscar Wilde, entupimos uma sanita, cansámo-nos dos americanos, encontrámos uma loja com caixas antigas fenomenais, tirámos centenas de fotografias, escrevemos postais, fomos abordadas por um irlandês no aeroporto, jantámos pizza de presunto e figos, arranjámos bilhete no Pompidou só para poder deixar as malas no bengaleiro, gastámos 9€50 para ir dormir no Geóde (vá, eu é que adormeci...) e as nossas frases mais repetidas ao longo destes dias foram "Excusez moi!" e "'Tá verde, 'bora!".
Basicamente, fomos muito felizes em Paris.

Je t'aime...

Orquídea

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Here We Go!


(se a neve deixar... até 3ª!)

Papoila e Orquídea

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Londres

Para mim, Londres é:
Ou seja...
omg omg omg I'm going to London!!

Orquídea

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Memórias do 'Botequim'

Tu a tomar um chai, com o cabelo estendido sobre os olhos. O reflexo da vela de procissão sobre as tuas madeixas. O cheiro do café da nossa companhia e os seus sorrisos, sempre tão sinceros. O livro de doces conventuais. A memória do sabor da erva doce, dos folares de Páscoa. O cão velho a guardar a porta. O frio da rua.
É tão bom ter-vos na nossa vida.

Papoila

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Combateremos a Sombra - Lídia Jorge

Ai, eu adoro Lídia Jorge. Vou tentar escrever este post sem me entusiasmar demasiado para parecer sério. Ora bem...
Queria ler este livro porque alguém me disse que a autora o considerava o seu melhor trabalho, que só agora conseguira ficar realmente satisfeita com o que escrevera. Andava a namorá-lo desde que saiu, mas o seu preço é proibitivo. Felizmente, encontrei-o na prateleira de alguém que teve a gentileza de mo emprestar para que a minha ânsia de o ler se acalmasse.
O novo romance de Lídia Jorge fala de um psicanalista, Osvaldo Campos, que, no início do novo milénio, se vê perante uma nova fase da sua vida, marcada inicialmente pelo divórcio e por algumas vidas que se vão emaranhando na dele. Não quero dar mais pormenores porque o livro é grande e há muito para ler antes de compreender a totalidade da história. Mas este livro tem de tudo. Tem a vida comum de Osvaldo, tem a vida incomum dos seus pacientes, tem Lisboa, tem romance, tem política, tem crime e tem uma escrita deliciosa que me faz pôr a história como interesse secundário. Novamente, a narrativa da Lídia Jorge tem algo de novo e diferente, tem um ruído de fundo que mal se nota e que vai crescendo ao longo do romance para surpreender no final. Voltei a apaixonar-me pela forma como fala das coisas mais simples, da beleza nas palavras, da inteligência da escrita. Devorei-o este Verão, durante as nossas férias, e soube tão bem. Continua, portanto, uma das minhas escritoras favoritas.
Diz ela; confidente, ouve como um vivo, age como um morto.

Orquídea

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O Meu Orlando

Parece que toda a gente à minha volta tem histórias giras para contar sobre o seu gato ou gata menos eu. Mas eu tenho o meu Orlando. E tenho muito orgulho nele.
Hoje foi dia de tosquia e foi o suficiente para me voltar a enamorar. Tão crescido e sempre com muita paciência para mim. Como sempre teve. Apesar das vezes que me esqueci de lhe dar de beber, das vezes que adiei a tosquia (já devia ter sido feita no inicio da Primavera, como diz o manual...), da pouca conversa que lhe dei nos últimos tempos, sempre com a promessa de que, em breve, ia voltar a cuidar muito bem dele.
Já está comigo há quase quatro anos. Foi uma das melhores prendas de aniversário que já tive, preparada por vários Amigos. Nunca tinha pensado em ter um, mas fiquei feliz. "Tens de lhe dar um nome!" e eu dei. Orlando. Não podia ser outro.
Aturou muitos dos meus dias maus de faculdade. Estava lá sempre, ao fim do dia, à minha espera. Sempre teve muita paciência para mim. Ouvia-me com atenção, mesmo que as palavras fossem poucas e num tom muito baixo.
Esteve doentinho pouco depois de o ter baptizado, mas tratei bem dele e continua comigo até hoje. Orgulho-me disso, especialmente por ter ouvido tanta história semelhante em que os da sua espécie não duram mais que três meses apesar de todos os cuidados seguidos à risca. Eu não os sigo, porque não temos paciência para eles. Eu quero é que ele cresça, que continue a beber a sua água diária, que continue muito verde e que me limite a tosquiá-lo uma vez por ano. Entendemo-nos bem. Quase quatro anos depois, continuamos juntos. Ele parece estar satisfeito também. Ou não desse aquelas flores brancas que tanto me fazem sorrir.

antes da tosquia

O Orlando é o melhor bonsai do mundo!

Orquídea

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O único galã da minha vida

Morro de amores por este menino. Não bastava ter um pelo muito fofinho e aturar todas as diabruras que já lhe fiz, ainda é como a dona e não simpatiza com gafanhotos! No passado fim-de-semana saltou do meu colo para apanhar um. Um verdadeiro galã não deixa a sua princesa incomodar-se por tamanho insecto, né?

Papoila

terça-feira, 4 de maio de 2010

Feira do Livro, Lisboa 2010

Sempre gostei muito da Feira do Livro de Lisboa, apesar de não serem muitos os anos que ela conta na minha presença. No entanto, desde que estou em Lisboa, nunca lhe falhámos. No passado domingo tivemos o prazer de passear por lá, comer um bolinho e terminar a noite com pizza. Tudo isto na presença de uma grande amiga nossa, que tornou a noite memorável mesmo tendo em conta que (1) não comprámos nenhum livro e que (2) o Benfica perdeu!

Papoila

segunda-feira, 19 de abril de 2010

A minha Amora

Só tenho uma.
Mas mesmo assim consegui esquecer-me dela pró jantar.

Desculpa.
Papoila

terça-feira, 30 de março de 2010

Ainda sinto a tua falta

Considerando o teu cabelo ruivo, o topo do edifício era o lugar que mais soberania te dava. Batia-te o sol do meio-dia e a tua perfeição afirmava-se. Uau, pensava eu. Mas a tua modéstia sobrepunha-se à tua beleza e, se há coisa que me impressionava, era a tua simplicidade.

Deverei dizer que, para quem não te conhecia de perto, nunca foste senhora de muitos carinhos. Tinhas a objectividade adulta, que faltava a muitos e que era frequentemente interpretada como presunção. Mas, minha querida, não o era. E eu sabia-o.

Estive lá hoje, meu amor. E foi como se estivesses comigo. Como se te visse novamente a varrer o prato com o pão e a carregar nos erres, sorrindo-me. Eu brincava com o papel enquanto fazias uso da inesgotável paciência que tinhas para os meus devaneios. Rimo-nos muito juntas, não foi?

Vem cá e abraça-me novamente.

Minha querida, é Primavera, o lírio que me ofereceste murchou e sujou o meu livro de roxo. Quem me oferecerá lírios agora?

O Verão vem aí, vem beijar-me a nuca agora que ninguém o faz ao teu jeito.

Meu amor, o sol está-se quase a pôr. Corre! Vem comer o chocolate na varanda.

Vai buscar a fita e mede as nossas pernas. Vês, és a mais elegante. Não ligues à senhora, a rir-se dos nossos complexos.

Vamos cavalgar na sexta à tarde? Vem, meu amor. Peço ao Rui para te guardar o melhor cavalo.

Vão destruir o lugar que mais me faz lembrar-te. Fui hoje vê-lo pela última vez e, de repente, a gravata apertou-me o colarinho em demasia. A mim, que nem gravata uso. Queria que chovesse e me cobrisses com o teu blusão. Que nos escondêssemos na sala grafitada e que me pegasses ao colo, na loucura da juventude. Tenho saudades da confiança de que fazíamos uso, sem grandes escrúpulos.

Ainda sinto a ânsia de correr para ti quando alguém de costas, por um segundo, me faz lembrar-te (e me esqueço de que não podes ser tu).

Quando morreste não acreditei. O meu corpo tremia mas a minha face ostentava um sorriso assustado. Não há coisa mais irónica que a morte e eu não acreditei que o sacana do teu Deus te tivesse escolhido a ti. Tinhas demasiados planos para seres tu, ele não viu isso?

Papoila

domingo, 14 de março de 2010

Chocolate Alert!

Já visitaram uma loja de chocolate junto ao jardim do Príncipe Real? Não? Então é para ir!
Depois da desanimação dos preços do museu da Ciência, passámos a estrada e descemos um pouco pela rua Cecílio de Sousa até dar com esta loja. Já lá tínhamos estado à porta, mas hoje, após ler algumas boas críticas de pessoas amigas sobre a mesma, decidimos entrar. Recebidas logo com um sorriso e um cheiro delicioso a chocolate, a Papoila, de olhos já brilhantes, perguntou "Como é trabalhar com o chocolate?". Foi o suficiente para abrir um baú de memórias e histórias incríveis. Acompanhadas de vários tipos de chocolate que nos foram dados a provar. E, pela primeira vez, provámos gengibre. Com uma cobertura de 100% cacau. E chocolate com pedacinhos de laranja. E nibs de cacau. E ainda um café da casa. Mas vamos voltar ao princípio.
Esta é uma família com uma história incrível. Foi no Zaire, actual Congo, onde começaram por plantar café. A senhora da loja, que se meteu nesta aventura com o marido, contou-nos que demoravam quatro horas de voo para chegar à plantação e que, uma hora antes, tinham de baixar o avião para se orientarem pelos rios. Estavam no meio de javalis, leopardos e afins. Depois, com a guerra, mudaram-se para São Tomé e Príncipe e iniciaram também a plantação de cacau. Vimos muitas fotografias. Começaram a fazer provas, a ir para além das regras habituais para encontrarem o melhor chocolate. E, garanto-vos, fizeram um trabalho magnífico.
Vão lá. A sério. Provem. Levem para oferecer a alguém. Voltem com alguém. Eu cá fiquei com um chocolate quente por provar. Alguém precisa de ajuda para encontrar o sítio?

Orquídea

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A nossa Cangurozinha já voltou! (round two)

Xavier Rudd, Let me be
Aqui

Estivemos hoje com a nossa Kangaroo Hairinfoot. Uma tarde muito descontraída que envolveu almoço de plástico, visita de qualidade ao Museu dos Coches (gosh, já lá iam anos desde a última vez), serão no Starbucks e frio, muitooo frio. (Alguém falou em estudo? Humm. Não? Pois.) Deu para matar algumas saudadinhas e para dar miminhos, que a nossa menina ainda estava sob jet-lag e nostálgica por deixar a família.

Como vêm, também tivemos direito a prendinhas. Aqui entre nós, a t-shirt é perfeita e os rebuçados que ela comia quando era pequenina não ficam nada atrás.

[we love you]

Papoila

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

A nossa Cangurozinha já voltou!

Finalmente. Eu bem que fiquei contente por ela ir dar um saltinho ao outro lado do mundo, mas olhem que isto de mandar amores para tão longe custa. Ao fim de uma semanas já suspirava a pensar no que estaria a minha marsupial preferida a fazer. E, na perspectiva de ainda faltar uma semana inteira (miscalculated dates), entrei em fanicos.

Estou a falar bobagem. O que eu quero mesmo são as txi-chartis legais que ela prometeu para mim, para esquecer o exame do regente de fármaco, um cafageste.


Papoila

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Não há nada como...

... Rir tanto no jogo tão simples de que nos lembrámos para ajudar a passar a tristeza mensal. Tentas adivinhar em quem estou a pensar, personagem real ou fictícia, viva ou defunda, famosa ou familiar. Andas ali às voltas, a tentar relacionar o Porto e um senhor que faz comentários na televisão, antes de te lembrares do Pinto da Costa. Eu mantenho o sobrolho franzido por não perceber quem é a personagem do filme para crianças rechonchudo e com uma camisa laranja às pintas da qual tanto te ris. Flinstones! Pois claro!
Não íamos parar. É por tudo isto que sei quem és para mim. Quero brincar contigo durante muito tempo.

Orquídea

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Em busca do Estudo Perdido

(ai que chatice, mais um post sobre o estudo, que nerds)

Enquanto pesquisava por um sitio novo onde estudar, relembro a quantidade de sítios que ainda temos de descobrir nesta cidade. Conhecemos muito mais que tanta gente que aqui vive desde pequena, mas ainda falta muito. Miradouros e esplanadas, bibliotecas, ruas e igrejas, lojas e museus, exposições e casas de chá, restaurantes e jardins...
E porque é que a vontade se passear se torna maior em dias de isolamento estudantil? Mas não nos hão-de roubar as forças todas, ainda teremos o bichinho quando este mês terminar!

Orquídea