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sábado, 24 de agosto de 2013

Pessoas


Que saudades de pessoas, das minhas pessoas. Que saudades de nos sentarmos a conversar com tempo, de pôr a conversa em dia, de saber de como a vida corre, do que se passa e não se passa. De recordar e de refletir. De abraçar. De desabafar e de levar na cabeça quando tem mesmo de ser. 
Tinha saudades vossas. Tinha saudades do prazer de vos ter por perto e de vos ouvir. Até às quatro da manhã.
Gosto muito das minhas pessoas. Hoje sinto-me mais em paz.

Orquídea

domingo, 8 de abril de 2012

Saudades

Longa semana sem ti. Sinto a falta da tua presença no quarto, no cheiro da comida, nos mimos da Fox, nos desejos de sair e conhecer.
Já não sei voltar aos tempos da distância forçada pelo medo da confrontação, quando a voz e as palavras redigidas em mensagens de trezentos caracteres teriam de bastar. Já és mais que um segredo bem amado.
O corpo constipou-se por não se saber cuidar sem ti. És a minha imunidade.
Já estranho andar sozinha na rua ou ir jantar fora sem a tua presença a meu lado. Faltas-me.

Tu me manques...

Orquídea

sábado, 17 de dezembro de 2011

Cesária Évora


Os verdadeiros artistas passaram, com certeza, por algum momento ou período marcante durante a sua vida... isto dá-lhes armas para poderem ver o mundo com outros olhos. Não me vou debater muito neste tema. Venho só deixar a minha flor de agradecimento e saudade a Cesária Évora, que morreu hoje, na mesma terra em que nasceu. Oiçam um pouquinho da sua voz aqui, ela gostaria.

Papoila

sábado, 15 de outubro de 2011

Diário de Viagem #2








Pequenina reportagem fotográfica.
Hoje o cansaço roubou as palavras. Voltarei com mais, prometo.
As impressões ficam para vocês.

Papoila

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O meu Chai está de volta!

'diz olá às meninas Chai'

Oh pah, confesso que já tinha saudades do meu bixinho. Finalmente o meu pai trouxe-o de volta à sua casa Lisbonense. Foram dois meses e duas semanas sem poder brincar com ele, sem lhe dar a paparoca, sem o chamar e ver a sua cabecita a erguer-se por entre a palha, sem ouvir o barulho irritante que a roda faz quando ele decide correr. Ele é pequenino mas enche-me o quarto. Não estou sozinha.

Neste momento está a escarafunchar a palha na casota lavada, a tentar descobrir onde raio estão as sementes que tinha escondido. Está desorientado mas super entretido (é verdade, os hamsters adoram casotas lavadinhas, está estudado!).

Enfim. É o meu Chai. Um bocadinho vivo do meu carinho e mais uma prendinha especial da Orquídea.

Papoila

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Também tenho saudades

... da minha GFBFF. Ela deve andar cheia de trabalho... mas será que arranja um tempo para um cafezinho?

Papoila

Tenho saudades de *muita* gente,

mas dei comigo a pensar na Dantins e na AD. Que saudades meninas. Que saudades...

Papoila

Estou viva!

Antagonismo do [meu] tempo, por Dali (claramente a pensar em mim)

Felizmente a minha namorada fez o favor de vos informar que estou viva. Sim, apesar dos dias de loucos que tenho tido desde que cheguei de Maputo, tenho conseguido sobreviver. A net lá era horrível, o que limitou em grande % os minutos de navegação que tinha por dia (sendo que, às vezes, nem rezando em hindu, católico ou muçulmano conseguia aceder à net). Anyway... ando atolada de trabalho desde que cheguei. Assim que as coisas acalmarem preparem-se: tenho imensas coisas para vos contar e vão chover posts com os mais variados conteúdos. Dos bons e dos maus, como em tudo na vida. Obrigado a tod@s @s que enviaram e-mail à Orquídea a perguntar como estavam a correr as coisas comigo: se eu tinha chegado bem, se passei bem o meu aniversário ou se tinha tido alguma diarreia/gastroenterite (não, isto não perguntaram, mas ficam já a saber que não tive =) é que me orgulho muito disso!).

Agora passando para uma coisa totalmente descontextualizada: calhou fazerem-me testes de alergia hoje, na aula de imunoalergologia. Adivinhem: aqui a je é totalmente desalérgica (ps: não consultar dicionário de língua-portuguesa a não ser um escrito por Mia Couto - e mesmo assim duvido da existência da palavra) aos alergénios mais frequentes na população portuguesa! Testes que têm mais de 50% de probabilidade de dar positivo em qualquer português, para mim foram todos negativos. Estou orgulhosa pois sou mais saudável do que pensava!

Posso beijar gatos, apanhar azeitonas, rebolar nas flores da primavera, não limpar a casa durante dois meses e conviver com os ácaros que se reproduziram, deixar os fungos acumular no tecto da casa de banho, etc. Mas não tenham medo: eu sou *muito* limpinha. Das coisas enumeradas só faço uma: apanhar azeitonas. E adoro.

Um beijinho a tod@s. E um abraço.

Aie, o que África nos faz...

PS: Para *quem nós sabemos* mil pedidos de desculpas por não termos podido estar presentes na festa de aniversário =( mas vamos compensar em breve! E não, a emenda nem sempre é pior que o soneto!

Papoila

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Vamos casar...

...os anos! 
 Amanhã fazemos 4 anos de namoro, dia 4. Estão tod@s convidad@s para se juntarem à cerimónia e aceitam-se prendas para o enxoval! Lua-de-mel ainda não está decidida, mas o importante, o estarmos juntas, basta-nos.
A Papoila já cá está. É bom sentir de novo aquela bochecha.

Orquídea

sábado, 1 de outubro de 2011

Hoje!

A Papoila já se encontra nos céus africanos a caminho de Portugal. É hoje!

Orquídea

domingo, 25 de setembro de 2011

Uma Semaninha

... para te ter de volta! Iupi!

Orquídea

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Semana e Meia


Falta pouco para te ver embarcar no avião. Só hoje, quando contei os dias, é que me apercebi do quão perto está. Confesso, tenho algum medo. Tu sabes. Medo por ti, que estarás longe e não posso correr para ti se alguma coisa acontecer. Medo porque, enfim, há cobras venenosas e tubarões e um hospital que não conheço. Porque são tantos quilómetros. E depois... porque há saudades. Porque não sei o quanto me pesarão. Mas é um mês de estudo (para mim), passará certamente a correr e cá estarei ansiosa pelas tuas histórias e recordações, pelo teu sorriso contagiante e o teu abraço forte. Vai ser um mês especial.

Orquídea

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Saudades


Basta um tempo curto como este. A tua memória mantém-se sempre comigo e a tua voz, do outro lado, é o bastante para me sossegar. Mas há sempre aquela áurea quando te vejo de novo. Uma semana e pareces-me tão mais bonita, tão mais leve. Uma semana chega para me surpreender quando te vejo.
A secreta vaidade de te saber minha. E a vontade, já não tão secreta, de te pegar pela mão, levar-te ao conforto e mimar-te. Tu sorris, já sabes o que se passa cá dentro, e desvalorizas o que te digo no sussurro que se impõe. Mas sorris. E sei que os pequenos mimos te consolam a saudade que também carregas em segredo.

Orquídea

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Caro blog,

Também já tenho saudades. Não te preocupes, está tudo bem. O que acontece é que o tempo tem sido preenchido com outras coisas. Escrevo-te esta carta para te explicar a nossa ausência.

Eu cá já iniciei o estágio em Cirurgia e, sabes, estou a gostar mais do que esperava. Continuo a não gostar, mas, pelo primeira vez, estou a ter um estágio decente, em que se trabalha e se aprende. Até já dei uns pontos na cabeça de alguém! Correu muito bem, ficaram bonitinhos. Só que tem sido um estágio cansativo e exigente, não me sai da cabeça e, coitadinha da Papoila, já está farta de me ouvir... Mas enfim, a boa notícia é que já só faltam 4 semanas!

E comecei também o ginásio! E eu que nem me imaginava em cima de uma passadeira (ou elíptica, que aquilo dá cabo de uma pessoa) e lá vou eu, com a minha Papoila, suar como não suava há muito tempo. E sabe bem! Andamos muito empenhadas nisto, a cumprir os horários e a subir objectivos. Tem de ser, dá saúde física e mental.

A Papoila está bem, sim. Tem andado concentrada também no estudo e esteve agora de férias, lucky her. No outro dia fomos passear, tirámos um dia de férias em conjunto, pegámos no carro e fomos visitar umas praias para os lados de Peniche, almoçámos em Óbidos e soube mesmo bem, foi bom para esquecer o resto, aproveitarmos o bom tempo (sim, foi ainda com bom tempo) e sentirmo-nos de férias.

Ah, sim, o H. Vai andando, step by step. Ando mais focada. Menos net, mais estudo, mais vida fora deste ecrã. Sei que te deixo preocupado quando fico tanto tempo sem cá aparecer, mas é por uma boa causa. Do meu coração não sais. Carregas muita gente importante.

Um abraço e até breve!

Orquídea

domingo, 23 de janeiro de 2011

Há demasiado tempo que não leio um livro...

Orquídea

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

I'm back!


Estou de volta a Lisboa! Já não tenho de ficar a matutar intensivamente nas horas a que vinha e voltava de cá, já posso combinar chás e passeios, já posso estar sem pressas (vá, sem tanta pressa...) com a Papoila, enfim, coisas boas. Claro que o trânsito continua insuportável e agora que me movo de carro ainda mais sensível estou a essas coisas, mas vale a pena! É bom sentir que posso organizar a minha vida de outra forma, dar-lhe um pouco de mais alegria e movimento. Ai, saudades de Lisboa... Preciso de ir andar de metro e passear na Baixa.

Orquídea

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Saudades

Tenho saudades, sabes? Faltam-me os passeios ao sol e as refeições caseiras e as horas tardias e os planos de sempre. Falta o tempo livre, as pausas, o nosso silêncio e o nosso sossego. Falta o coração focado apenas em nós, sem outras interferências, sem pressas, sem angústias. Faltam os gestos certos e os inesperados. Faltas-me.
Na próxima semana estou de volta a Lisboa, de volta à nossa rotina, que se refaz todos os anos, mas que permanece nossa. Será melhor. Está quase.

Tenho tantas palavras doces guardadas para ti.

Orquídea

domingo, 21 de novembro de 2010

50km

Esta distância impõe certas regras. Sem carro próprio, exige coordenação com as necessidades de mobilização parental. Exige a escolha acertada dos dias de viagem até à capital para que não perturbe em demasia o trabalho de mestrado que precisa de ser adiantado e depressa. Exige chegar já com o sol posto e voltar logo após o jantar, para que a viagem corra bem e consiga descansar convenientemente para o estágio na manhã seguinte. Exige coordenar muita vez esse jantar com a família que conta com a minha presença e franze o sobrolho às combinações que não os incluam. Exige, portanto, algumas poucas horas para matar saudades.
Não há tempo para passeios nem para aventuras. Tudo o que temos são aqueles instantes desde que chego a tua casa e te abraço até que sigo para o jantar em casa ou, se te consigo manter perto para a refeição, até que te deixo para seguir caminho de volta à minha cidadezinha.
Mato algumas saudades do teu nariz e do teu mimo, mas não há tempo para matar saudades de nós, da totalidade de nós, da espontaneidade, do improviso, dos passeios, das horas livres e sem pressas.
Vão saber bem estes dias em Paris. Só nós. Sem horas nem ninguém à nossa espera. Vai dar para recuperar o fôlego.

Estou cansada do desterro.

Orquídea

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Your sunset

Reparei hoje que já cortaram a árvore que acabou com a tua vida, meu bem. Aquela já não leva mais ninguém, descansa.

Papoila

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Pausa Musical


Back to the ol' days.

Orquídea