Orquídea
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
FMI Não há truque que não lucre ao FMI*
Orquídea
terça-feira, 20 de novembro de 2012
A Espera
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Londres
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Popó na Capital
Prós:
- Ouvir a Radar meia hora por dia, não sabem o bem que me fazia (e faz)! É tão bom ir a ouvir a minha rádio favorita, de que tinha tantas saudades, durante o trajecto solitário até ao trabalho.
- Gosto muito do meu carrito, é pequenino e maneirinho, consigo estacioná-lo quase sempre (um grande progresso!), não tem gasto muito, é muito suave na condução e sinto-me mesmo confortável ao volante!
Contras:
- Será realmente necessária tanta entrada de esgoto nas ruas desta cidade? É que até podiam estar alinhadinhas ou em continuidade com o piso, mas nããão, toca de espalharem por todo o lado para não termos possibilidade de fugir sequer, que isto as pessoas têm saudades do campo e gostam de fazer rallys em plena capital!
- EMEL. Os únicos sítios onde não se paga estacionamento que frequento são a casa da Papoila e o meu lugar de estágio. Se estiver em minha casa, tenho de pagar estacionamento das 8h às 20h. E dizem vocês, e muito bem, "porque não arranjas um dístico de residência?" Ora bem, eu tentei. Com casa em meu nome, fui com o papel do IMI e com os documentos relativos ao carro à EMEL, tal como dizia no site. Pois bem, como esta não é a minha morada fiscal, não aceitaram. Sugeriram que mudasse a minha morada nas Finanças ou a do Cartão do Cidadão como alternativa... Porém, um contrato de arrendamento serve para arranjar o dito dístico. Se calhar se alugar a casa a mim própria já consigo arranjá-lo... Faz sentido?
- Não preciso de referir o trânsito, os carros mal estacionados, as apitadelas, os semáforos, a confusão da Praça de Espanha, o nervosismo e agressividade dos condutores de cá, enfim, o que todos nós sabemos...
Orquídea
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Desabafo
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Oh dão...
É por estas e por outras que me parece que não posso mesmo emigrar para qualquer latitude superior a Lisboa...
Orquídea
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Fighting over a bright skin...
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
A pensar morreu um burro...
Uma pilha de nervos. E eu nem acho que está a correr mal.
(só acho que Telheiras, com os seus 1001 carros mal estacionados, condutores a virem de todo o lado, de noite e um macho latino stressado ao lado não foi uma escolha inteligente)
Papoila
domingo, 10 de outubro de 2010
Things we regret, things we celebrate.
Things We Regret - II

Champalimaud Center for The Unknown
sábado, 2 de outubro de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Nelly knew dot com
Aqui. A verdade é que o 'migo Nelo sabia o que ia acontecer. Pelo menos aqui por casa assim foi - cuequinha e soutien.42ºC é para os da sauna... eu cá prefiro gelo!
Papoila
domingo, 1 de agosto de 2010
La police française viennent de Mars
Comecei o meu dia a ler o JN e foi o suficiente para ficar mal disposta. Eis que não, pelo meio das notícias usuais, aparece-me este filme. Digam-me: não vos dá vontade de espancar estes gajos?! Argh.Sabemos que a imigração e a multiculturalidade, crescente em França, tem-se tornado um problema. Trava-se uma luta política por uma pseudo-uniformização dos estilos de vida [Fascismo democrático?], reprimindo religiões e costumes, numa luta por um suposto bem comum. Os de fora entram com a esperança de uma vida melhor, direito que qualquer humano tem (visto que o mundo é de tudo o que mexe e não só dos que têm contas bancárias como as do Ronaldinho), e encontram um país que não os deixa viver como aprenderam.
Compreendo que isto não é assim tão fácil e que é necessário haver equilíbrio e alguma sustentabilidade. Mas será este vídeo justificável?!
Crianças a caírem no chão, mães a caírem em cima das crianças, mulheres grávidas inconscientes... Por momentos tive vontade de consultar um mapa para ver se a França não ficava, afinal, no centro do Médio Oriente.
Papoila
domingo, 25 de julho de 2010
Pizza Fail Requests

Round I
Era quinta, moi meme tinha exame decisivo no dia seguinte, e as flores decidiram encomendar uma pizza em vez de perder tempo a cozinhar. Toca então de ligar para a pizza hut para fazer o pedido. Deram-nos o prazo de 30min para a pizza estar em casa, e pensámos 'Uau! São eficientes!'. A partir daí foi esperar à janela para que, assim que se avistasse a motinha, a Orquídea descesse para ir buscar a paparoca. Assim foi: viu-se a motoreta a chegar à rua, a Orquídea desceu e, quando chegou lá abaixo, já não havia mota nem pizza. [expressão 'what the f*** ?!' na cara da Orquídea] Telefonou-se de novo para a central, para saber o que se passou, e o que nos disseram foi isto:
Pizza Hut - O nosso transportador foi assaltado! Ao que parece chegou lá um rapaz a dizer que era o seu namorado, pegou na pizza e fugiu!
Orquídea - [longo silêncio de estupefacção] ... Mas eu desci logo para receber a pizza, não foi o meu namorado que a recebeu. [ficou por dizer que, quanto muito, teria sido a namorada... né?!] Será que podem então vir entregar nova pizza?
Pizza Hut - Agora só se formos deixar à polícia e a senhora vai lá buscar!
Orquídea - [recidiva da expressão 'what the f*** ?!' na cara da Orquídea] Tudo bem, vou lá buscar, fica assim combinado?
Pizza Hut - Afinal é melhor cancelar a encomenda, visto já termos perdido uma pizza.
Orquídea - [longo silêncio de estupefacção] ... Então já não trazem a pizza?!
Pizza Hut - Não.
Orquídea - Ok. Muito obrigada.
Piiiiiiiiiii.
Round II
Chegámos a casa cansadas de um dia de rambóia e apetecia era comer uma pizza. A Orquídea faz a chamada para proceder à encomenda. E do outro lado da linha ouve-se isto:
Pizza Hut - Não vou poder aceitar a sua encomenda pois este número está associado a uma tentativa de assalto na morada que lhe está associada.
Orquídea - [ainda maior silêncio de estupefacção] ... Mas estou numa morada diferente!
Pizza Hut - Pois, mas a tentativa está associada a este número.
Orquídea - Então não vai aceitar a minha encomenda?!
Pizza Hut - Não.
Orquídea - Ok. Muito obrigada.
Piiiiiiiiiii.
Papoila
PS: O mais giro é que, no round II, acabámos por fazer a encomenda a partir do meu número de casa. E a oradora foi a mesma.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Já saltava daqui p'ra fora
Enervam-me:2) Construtores do IKEA que não trazem as peças todas do móvel que estão a montar e que nos dizem, no final, que se queremos o resto das peças à borla temos que telefonar para a empresa e FAZER UMA RECLAMAÇÃO.
3) Construtores civis que picam a parede para pôr azulejos novos e que, por azar, furam um cano do gás. Apesar disso põem os azulejos novos e depois, já quando o seu trabalho está há muito terminado, descobre-se que criaram uma fuga de gás. Lá se chama a Lisboagás, em missão de urgência, para perceber o que se está a passar. Estes indicam que, para evitar partir a parede da cozinha, devemos optar por fazer um circuito externo para o gás - QUE CUSTA APENAS E SOMENTE 711 EUROS.
4) Senhores que vêm construir a conduta de gás externa muito simpáticos e competentes mas, também, muito lentos - passei a manha e metade da tarde à espera que acabassem e, no fim, nem se dignaram a levar os rissóis que, gentilmente, lhes comprei para almoço.
4) Senhorio velho que, apesar de muito simpático, atrasa verdadeiramente todo o processo acreditando fielmente que os trabalhadores de hoje são iguais aos de antigamente. Que insiste em personalizar e individualizar o trabalho que é realizado por uma empresa contratada pelo IKEA, pedindo o número dos construtores, que nada podem fazer por sua livre vontade - porque não mandam, SÃO MANDADOS.
5) Canalizadores incompetentes que juntam canos, misturando o circuito da água quente com a água fria, impedindo que o esquentador funcione - já que esta BAGUNÇA gera uma zona de turbulência que contraria a saída da água quente do esquentador.
6) Senhor que recebe as chamadas do IKEA que, para registar a reclamação, necessita de uma quantidade astronómica de dados - os quais o velho senhorio, e para mais estando a mais de 200Km de distância num lugar remoto e sem boa cobertura TMN do país, não mos consegue dar. Eu bem que lhe pedi a referência, a data, os TRs e os TGs. Argh. Esta conversa gravada teria dado uma boa rubrica no gato fedorento.
7) Colegas de casa que se mostram extremamente ocupadas, sem se avistar uma nesga de cooperação com a minha pessoa (involuntariamente nomeada pelo senhorio como a cabeça de tudo isto).
Como imaginam não me sinto feliz. Passo o dia inteiro em casa e, metade do mesmo, ao telemóvel. É p'ra isto que serve a minha semana de férias?
Papoila
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Novo ninho precisa-se
Esta mudança de casa está realmente a dar muita dor de cabeça. Não bastava já a questão dos electrodomésticos (que, tendo em conta o panorama actual, até se resolveu com relativa facilidade), agora vem a divisão de quartos e preços correspondentes. Viver com Amigos seria tão mais fácil...sexta-feira, 16 de abril de 2010
Oh , dear life
Há dias em que a vida nos parece terrível. Pobrezinha de mim: homossexual, escondida de muitos, estudante que conta os trocos quando faz compras, com uma vontade esganada de viajar e de conhecer mas sem forma de o fazer, longe da família e envolta num Inverno longo de mais. Mas depois, noutros dias, feliz de mim! Jovem, saudável, com uma vida cheia de oportunidades, com a aprovação do casamento a espreitar pela janela, com dinheiro para comer, com uma namorada linda e com a Primavera a chegar.Sinceramente. Haverá paciência?
These hormones are killing me!
Papoila
terça-feira, 6 de abril de 2010
Peço a vossa cooperação nisto...
''People can be awful. Really, truly, unrepentantly awful. While this is nothing new, the realization of how awful people can be particularly to members of the gay, lesbian, bisexual, transgender and questioning community is like a kick in the gut anew each time. Which, in turn, is exactly how I felt when I heard lesbian teen Constance McMillen was sent to a fake prom by her town.You remember Constance, the 18-year-old lesbian student who asked her Mississippi high school if she could go to prom in a tux with her girlfriend. And instead of saying, “Of course, who loves dancing more than the gays?” her school said “Ewww, gay! No prom for ANYONE !” Lawsuits were filed, private proms were organized. And then Constance was finally invited to the parent-sponsored private event. But when she got there, only five other students were there. All the other students? They were far away from the gay at the “real” prom enjoying their night of throwing up in limos and potentially getting date raped.
Constance told The Advocate:
“They had two proms and I was only invited to one of them. The one that I went to had seven people there, and everyone went to the other one I wasn’t invited to….It hurts my feelings.”
And who chaperoned the fake prom? The principal and teachers. Classy, really classy.
Oh, and guess what? Among the seven students there were two with “learning difficulties.” Said Constance, “They had the time of their lives. That’s the one good thing that come out of this, [these kids] didn’t have to worry about people making fun of them [at their prom].”
Hey, that sounds kind of familiar. Who else was it that rounded up the queers and the people with developmental disabilities and society’s other “undesirables” and shipped them away from the rest of the “pure” world? I wonder if any Jewish kids go to Itawamba Agricultural High School, and if so which prom they got to go to. Just saying.
And if your blood isn’t boiling enough, some delightful townsperson has started a “Constance quit yer cryin” Facebook page. The first post: “Seriously, you've pretty much eff'd up your fellow classmate's best memory of High School.”
What, exactly, is wrong with people? Why are they so terrible and cruel, hateful and ignorant? What makes an entire town conspire to leave the gay kid out (and the learning disabled kids, too, for good measure)? Also, if we all scream the same expletive at the same time in the direction of Fulton, Miss. do you think they could hear us? Because I really, really want everyone who was part of this appalling stunt to hear us.
While it’s cold comfort now, history will prove these people for the shameful bigots that they are. All that rage doesn’t have to be impotent either. We can use it, focus it and fight even harder. People can be awful. But we can be better. We have to be.
CONTACT:
Itawamba County Schools Superintendent Teresa McNeece:
tmcneece@itawamba.k12.ms.us
662-862-2159 ext. 14
Itawamba Agricultural High School principal Trae Wiygul
twiygul@itawamba.k12.ms.us
662-862-3104''in Dorothy Surrenders, byDorothy SnarkerVou enviar um e-mail em sinal de protesto e gostava de vos encorajar a fazer o mesmo. Acho que é importante que os senhores percebam que não se trata de uma coisa que só tem impacto nacional.Papoila
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Paradoxos na Igreja
Mas... espera, há aqui uma relação qualquer. Ah! Já sei. O escândalo de pedofilia na Igreja. Pois...
Papoila
quarta-feira, 24 de março de 2010
Futuros Médicos de Portugal
"Eu cá não reciclo! A Natureza está cá é para nos servir! Eu não acredito em nada dessas coisas. Falam em aquecimento global e cada vez chove mais e está mais frio. Falam em aumento das águas do mar, para mim está tudo na mesma! Isso é tudo uma parvoíce, tudo uma mentira."
Fiquei de boca aberta, sem encontrar as palavras para responder. A franqueza da resposta causou-me uma surpresa tal que não soube se era suposto contradizer, tentar explicar, ou simplesmente ignorar, como quando se perde a esperança e não há nada a fazer.
A Colega A decidiu-se por outra abordagem. "Pois é! Tens toda a razão! Isso é tudo uma aldrabice!" E assim deixamos uma pessoa mais feliz e rimo-nos (ou choramos) quando ela não nos vir.
Epa... por favor...
Orquídea
PS: Não se preocupem. A Colega B é uma óptima estudante e sabe muito de medicina! As capacidades que lhe faltam são outras...
domingo, 21 de março de 2010
Feeble-mindedness
Paguei vinte euros para, neste fim-de-semana, fazer um curso de Interpretação de ECG. Já tinha ouvido falar muito bem sobre o professor que o leccionava e não podia deixar isto escapar (primeiro, porque é essencial na carreira médica e, segundo, porque a Orquídea obrigar-me-ia a ir mesmo que eu não quisesse).Sendo assim, lá a Papoila fez um esforço por se levantar mais cedo que o habitual aos fins-de-semana, e dirigir-se penosamente à Faculdade. Para quê?, perguntam vocês. Pois. E aqui começa aquilo que motivou este post.
Imaginem-se numa sala que alberga uns 180 marmanjos, com um professor (por sinal muito bom) a dar uma aula bem arquitectada sobre um tema que vos interessa realmente. A somar a isto, imaginem o professor a dar a aula voluntariamente (revertendo a totalidade do valor do pagamento para a compra de material médico para usarmos numa das disciplinas).
E agora, apesar de tudo isto, façam um esforço (eu sei que é difícil) para imaginarem 80% da audiência a fazer um barulho ensurdecedor, que torna impossível captar o que quer que seja em condições. Isto foi o meu fim-de-semana. Uma luta para tentar ouvir o que o senhor dizia. Para além disto, havia uma nuvem de insolência naquela sala. Tão grande que metia dó. Deixa-me triste pensar que futuros colegas, que estão a estudar para tratar pessoas, não têm a mais pequena sensibilidade para com alguém que está a fazer um esforço para os ensinar. E para os ensinar bem (e aqui sublinho a forma como o professor conseguia cativar aqueles que lá estavam com algum propósito para além do de obter um certificado).
Pareciam adolescentes. Ouviam-se bocas fúteis e sem qualquer sentido. Dizia o senhor 'Estou a fazer um esforço para conseguir concentrar-me e dar-vos a aula mas confesso que está a ser difícil. Temos que baixar um pouco o volume senão amanhã (ou seja, este domingo) não vou ter voz para vos ensinar.'. E ouve-se a audiência 'Ohhh!', com um desdém tremendo.
Foi um autêntico desafio à minha paciência. Nem quando pedi, muito gentilmente, às colegas ao meu lado para falarem um pouquinho mais baixo, elas acederam ao pedido. Replicando antes que, enfim, tinham todo o direito aquilo. Mas será esta gente maluca? Terão crescido num planeta em que não se vive em sociedade?
Argh.







