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domingo, 10 de outubro de 2010

Things we regret, things we celebrate.

Things We Regret - I
Liu Xiaobo, Prémio Nobel da Paz 2010 e activista pelos fim do regime de partido único, liberdade de expressão e independência do poder judicial, continua preso no seu próprio país. Ainda lhe esperam 9 anos de pena por ter, apenas, lançado na internet um baixo-assinado que reclamava por reformas políticas democráticas na China. Este é o país para onde exportam as nossas empresas e que mais investimentos sugam. Aqui.

Things We Regret - II

É esta a Sérvia que está a tentar entrar para a União Europeia. A mesma cujos cidadãos dão 'saudações nazis' aos homossexuais do seu país, lhes 'desejam a morte' e lhes gritam que 'a caça começou'. Aqui.

Things We Celebrate

Champalimaud Center for The Unknown

Um espaço lindíssimo, num local privilegiado, de que me orgulho muito pois foi construído em Lisboa. Finalmente um lugar com estudos direccionados para a oncologia. Um lugar para receber cientistas portugueses. E um lugar para dar visibilidade à nossa ciência... que somos poucos mas somos bons! Aqui.
Papoila

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Our Vacation Spot

Na mouche!

Desejem-nos sorte que no domingo vamos para o distrito com mais incêndios registados e por controlar em Portugal.

Papoila

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Paradoxos na Igreja

Não tenho paciência para ouvir o Papa. Preocupa-se mais com o facto de os miúdos não nascerem do que com o facto de nascerem e serem escravos sexuais. (Ler aqui!)

Mas... espera, há aqui uma relação qualquer. Ah! Já sei. O escândalo de pedofilia na Igreja. Pois...

Papoila

domingo, 21 de março de 2010

Feeble-mindedness

Paguei vinte euros para, neste fim-de-semana, fazer um curso de Interpretação de ECG. Já tinha ouvido falar muito bem sobre o professor que o leccionava e não podia deixar isto escapar (primeiro, porque é essencial na carreira médica e, segundo, porque a Orquídea obrigar-me-ia a ir mesmo que eu não quisesse).

Sendo assim, lá a Papoila fez um esforço por se levantar mais cedo que o habitual aos fins-de-semana, e dirigir-se penosamente à Faculdade. Para quê?, perguntam vocês. Pois. E aqui começa aquilo que motivou este post.

Imaginem-se numa sala que alberga uns 180 marmanjos, com um professor (por sinal muito bom) a dar uma aula bem arquitectada sobre um tema que vos interessa realmente. A somar a isto, imaginem o professor a dar a aula voluntariamente (revertendo a totalidade do valor do pagamento para a compra de material médico para usarmos numa das disciplinas).

E agora, apesar de tudo isto, façam um esforço (eu sei que é difícil) para imaginarem 80% da audiência a fazer um barulho ensurdecedor, que torna impossível captar o que quer que seja em condições. Isto foi o meu fim-de-semana. Uma luta para tentar ouvir o que o senhor dizia. Para além disto, havia uma nuvem de insolência naquela sala. Tão grande que metia dó. Deixa-me triste pensar que futuros colegas, que estão a estudar para tratar pessoas, não têm a mais pequena sensibilidade para com alguém que está a fazer um esforço para os ensinar. E para os ensinar bem (e aqui sublinho a forma como o professor conseguia cativar aqueles que lá estavam com algum propósito para além do de obter um certificado).

Pareciam adolescentes. Ouviam-se bocas fúteis e sem qualquer sentido. Dizia o senhor 'Estou a fazer um esforço para conseguir concentrar-me e dar-vos a aula mas confesso que está a ser difícil. Temos que baixar um pouco o volume senão amanhã (ou seja, este domingo) não vou ter voz para vos ensinar.'. E ouve-se a audiência 'Ohhh!', com um desdém tremendo.

Foi um autêntico desafio à minha paciência. Nem quando pedi, muito gentilmente, às colegas ao meu lado para falarem um pouquinho mais baixo, elas acederam ao pedido. Replicando antes que, enfim, tinham todo o direito aquilo. Mas será esta gente maluca? Terão crescido num planeta em que não se vive em sociedade?

Argh.

Papoila

sábado, 23 de janeiro de 2010

Pay it forward

Today I helped a total stranger.
Just pay it forward.
Papoila

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

De animais a bestas

Sei que não têm lugar para prender mais ninguém. Tenho consciência de que reservam a pena de morte a quem cometeu crimes chocantes e dignos de filme de terror. Mas, e desculpem a opinião tão pessoal, se mata-los já é coisa animal, mata-los lentamente é coisa de bestas.

Ponham-nos a trabalhar. Exijam deles um esforço produtivo que contrabalance com os gastos que o país tem com eles. Mas não os matem devagar, for God's sake.

Aqui.

Papoila

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Cimeira de Copenhaga

Please, save the world.
já que estamos numa ecológica, cá vai mais um
Papoila