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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Vamos ver filmes ao ar livre?



Quem quer ir ver Westerns gratuitamente nestas noites de Agosto? Visto que até alguns deles estão na lista (para que se saiba, são os filmes de dia 1, 8 e 29), é capaz de valer a pena aproveitar! Vemo-nos por lá?

Orquídea

sábado, 29 de junho de 2013

Sessão da Noite: Swing Time


E pronto, fizemos as pazes com os musicais. A Papoila estava com saudades do Fred Astaire e lá arranjámos outro filme dele e da sua partenere favorita, Ginger Rogers.
Neste filme, o Fred é um dançarino maravilhoso (que surpresa!) que, para casar com a sua noiva, tem de ir para Nova Iorque e ganhar vinte cinco mil dólares para que o sogro o aceite. Lá, encontra a Ginger, uma professora de dança, por quem, pasmem-se, acaba por se apaixonar.
Mais uma vez, ficávamos ansiosas pela próxima cena de dança e não nos importávamos minimamente que durassem eternidades. Aquela suavidade de ambos é incrível, aqueles takes únicos, aquelas sequências elegantíssimas, enfim, adorámos. Ora vejam e digam lá que não temos razão.
Para além da dança, salientamos também o cliché das personagens secundárias engraçadas. Rimo-nos de gosto com o amigo do Astaire como chega a ser raro nos filmes de hoje em dia. A receita, vezes sem conta repetida, funciona!

Orquídea

Sessão da Noite: Good Morning, Vietnam


Apesar de me ser familiar aquela chamada "good mooooooooooooooorning, Vietnam!", faltava ver o filme que lhe deu origem.
Como facilmente se depreende pelo poster, esta é a história de um radialista comediante que é destacado para a rádio das tropas americanas no Vietman, no período que antecedeu a guerra. A sua atitude irreverente, que choca com a rigidez dos seus superiores e com as regras restritas sobre o material e informação que são emitidos na rádio, dá o mote para as peripécias deste filme.
O Robin Williams é muito bom no que faz. Mesmo sem perceber metade das piadas para-americano-perceber, continuámos a rir-nos imenso com o humor dele e ao mesmo tempo, a admirar a seriedade com que aborda a difícil tema da guerra iminente e do que tudo isso acarreta. Um filme importante e de que muito gostámos.

Orquídea

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Sessões da Noite: os últimos tempos

Ainda não desistimos das nossas jornadas cinematográficas! Não temos tido muito tempo para postar e, na verdade, continuamos sem tempo, por isso, ficam aqui apenas as referências breves aos filmes que temos visto. E são eles:

Hepburn num filme onde é dobrada nas cantorias (é que é mesmo fraquinha de voz, coitadinha) e cuja história é sobejamente conhecida. Enfim, mais um musical dentro do género. Depois deste, cansámo-nos de musicais.


Nada melhor que o Rocky para mudar de tema! Um filme surpreendente para quem tinha como expetativas um filme de porrada. Muito pelo contrário, os combates são o que menos interessa. Se conseguirem perceber alguma coisa do que o Stallone diz, vale bem a pena!


E, claro, para continuar nos filmes mais "masculinos", seguiu-se o Padrinho. Mais uma vez, esperavamos violência à séria e a história é tão mais interessante (e menos sangrenta) do que parece à partida.


E como tolerámos bem, seguimos para o Padrinho II. História bem mais complexa e difícil de seguir, mas igualmente cativante. Agora sim, já sei quem é o Al Pacino.


Para descansar de tanta máfia, uma comédia romântica de adolescentes como deve ser. Sim, é possível um filme de adolescentes decente. Vale bem a pena ver.


E, já agora, vemos o filme de que tanta vez ouvi falar na minha infância. Uma comédia diferente, mas essencial para perceber quando se fala da garrafa de Coca-Cola que cai do céu.


No meio de tudo isto, vemos o Hurt Locker para satisfazer o desejo da Papoila por filmes de guerra. Coisa que eu não percebo, mas confesso que, depois de os estar a ver, quando são bons como este, acabar por me render.


Depois satisfazemos um desejo meu de um filme da minha área de trabalho. O Jack Nicholson é sempre uma boa aposta. Fantástico.

E porque não ingressar nos primeiros filmes do Woody Allen? Vimos Annie Hall onde comprovámos que o Woody é assim desde sempre. Só que aqui parece mais novo e com idade mais aceitável para namorar com a atriz principal...


E, para terminar... Psycho! Opa, que filme tão bom! Detesto filmes de terror, mas o Hitchcock sabe contar histórias tão bem tão bem que sou incapaz de não me render. Apesar de já todos sabermos os finais dos filmes de terror atualmente, este consegue sempre surpreender e maravilhar.

Não sei se vimos mais algum nos entretantos, mas estes foram, talvez, os mais importantes. Veremos o que se segue!

Orquídea

sexta-feira, 8 de março de 2013

I Ciclo de Cinema FMUL in Colors

Temos o orgulho de divulgar o primeiro ciclo de cinema LGBT da organização FMUL in Colors, o núcleo LGBTS da Faculdade de Medicina de Lisboa. Os filmes serão exibidos no edifício Egas Moniz (o edifício nas traseiras do Hospital de Santa Maria, qualquer duvida perguntem) às 18h, de 2ª a 5ª-feira da próxima semana.
Alguém com vontade de uma sessão de cinema?

Orquídea

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Sessão da Noite: Grave of the Fireflies


Seguindo o conselho de uma grande amiga nossa, vimos ontem à noite o Grave of the Fireflies, um anime de 1988, sobre dois irmãos em luta pela sobrevivência durante a II Guerra Mundial no Japão.
Para quem costuma chorar, vai chorar muito. A guerra é uma coisa horrível e incompreensível. E quando perturba a harmonia de uma família tranquila somos incapazes de não nos sentirmos frustrados e revoltados. Gostámos muito da história, das personagens, da realização em si (a cena dos pirilampos é muito bonita) e ficámos presas até ao fim. Um drama que vale muito a pena.

Orquídea

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Sessão da Noite: Sinatra em Nova Iorque

On the Town (1949)

Então e o Sinatra?, lembrei-me eu no outro dia. Faltava o grande Sinatra! Procurei então pelo filme em que ele canta a famosa New York, New York e encontrei este filme, com o Gene Kelly de quem já me tinha tornado fã. 
Três marinheiros têm apenas um dia para aproveitar Nova Iorque e, claro, apesar dos (escassos) interesses turísticos, são as mulheres o maior chamariz. Cantoria, dança (Gene Kelly, mais um vez, maravilhoso e com aquele rabo redondinho que eu confesso que já reconheço...), humor e uma visita às principais atrações turisticas de NY. Os ingredientes essenciais para um filme que poderia servir de apresentação de Hollywood e da América ao mundo.
E no final, apercebi-me... o Sinatra não canta *a* New York, New York que eu esperava, mas outra com o mesmo nome. Afinal, o Start spreading the news foi cantado originalmente por Liza Minelli no filme New York, New York, de 1977. Bem, pelo menos agora já sei!

Orquídea

Sessão da Noite: Hepburn's Funny Face

Funny Face (1957)

A.G., seguimos o teu conselho. O facto de ter o Fred Astaire e a Audrey Hepburn convenceu-nos. Mas, sabes, não foi dos melhores do género que vimos. Gostámos, sem dúvida, das qualidades performativas quer dele quer dela, mas não nos impressionou tanto como outros que vimos antes. E, apesar das qualidades na dança da Hepburn, a funny face não canta grande coisa... Por outro lado, a Kay Thompson, num papel secundário, foi uma boa surpresa que compensou a fraca voz da Hepburn (comprovem aqui na nossa cena favorita). De qualquer forma, é um filme bonito com uma cara bonita e uma história simpática que agrada e alegra. Obrigada pela sugestão!

Orquídea

Sessão da Noite: o Cabaret da Minelli

Cabaret (1972)

Na sequência dos musicais que temos visto, virámo-nos para este Cabaret, para conhecermos a Liza Minelli (filha da Judy Garland e do Vincent Minelli). Para nós que estavamos já habituadas a ver musicais comédias, este filme é bem mais dramático do que esperávamos. Uma artista de cabaret americana histriónica cruza-se com um inglês impressionável com quem partilha a pensão em Berlim no período entre as duas Grandes Guerras. Junta-se um milionário sedutor, uma alemã judia, um gigolo-wannabe e a crescente afirmação do movimento nazi no meio de tudo isto, sem esquecer do mestre de cerimónias arrepiante e, claro, as atuações provocantes, e temos o Cabaret!
Foi tão estranho, não só a história como até certos detalhes da realização e edição, que ainda hoje estamos a tentar perceber se gostámos ou não. Mas, sem dúvida, adorámos esta voz.

Orquídea

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Sessão da Noite - Our Hospitality


Não esperavamos divertirmo-nos tanto com um filme mudo. Este filme de 1923 é um dos primeiros de Buster Keaton, um dos maiores atores de comédia desta era do cinema. Um romance entre duas famílias em disputa, que decorre por volta de 1830, leva Keaton a uma situação caricata, em que se encontra dentro da casa da família rival onde o patriarca e os seus filhos o querem matar.  Mas, como a sua moral os impede de o fazer dentro da sua própria casa (onde Keaton aproveita para fazer a corte à jovem senhora da família), têm de esperar que ele saia. O filme tem muita piada e uns stunts incríveis. Chamamos especial atenção à cena da queda de água.
Factos curiosos: foi criado um protótipo da primeira bicicleta de sempre, como se pode ver na imagem, e da primeira locomotiva do mundo. Não há duplos e  ele esteve quase a morrer afogado, na tal cena que referimos, porque o cabo de segurança rompeu-se. Enfim, muitas razões para este filme se tornar tão especial. Recomendamos!

Orquídea

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Sessão da Noite - Jerry Lewis e Fred Astaire

Tal como nos foi pedido, aqui fica a indicação dos filmes que temos visto ao longo das nossas noites de cinema:


Por sugestão da Mafalda, fomos em busca de filmes do Jerry Lewis. Dentro da tal Lista, encontrámos este, Artists and Models, de 1955. Um filme bem disposto, com um Jerry muito expressivo (lembrou-me o Jim Carrey em certas alturas), umas canções de vez em quando e um romance típico de filme de Hollywood. Aqui ficam duas pérolas do filme: a Innamorata interpretada pela Shirley e um jogo do telefone que acaba na banheira!


Smile, também não nos esquecemos da tua sugestão! Terminámos agora de ver o Top Hat e ficámos naturalmente encantadas com a leveza do Fred Astaire. Aprendi nas aulas de dança de salão que um bom dançarino é quem consegue fazer a mulher brilhar, mas, realmente, confesso que a naturalidade de Astaire me prende mais a atenção do que a elegância da Ginger Rogers (excepto quando é Cheek to Cheek, que aquele vestido não passa despercebido).

Vamos agora que terminar o The Gods Must Be Crazy para nos iniciarmos nos filmes do Bucha e Estica e do Buster Keaton. Daremos notícias e obrigada por todas as sugestões!

Orquídea

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Cinéfilas


Este ano, andamos a dedicar-nos ao cinema. Motivadas pela reposição do filme Vertigo do Hitchcock no início deste mês, temos passado o serão a ver filmes antigos e relevantes para a história do cinema e, quiçá,  da humanidade.
Começámos pela Música no Coração, que, por incrível que pareça, a Papoila ainda não tinha visto e que, obviamente, gostou muito. Depois seguimos para a Marilyn em Some Like It Hot, terminámos há dias The Great Dictator e seguimos para o The Appartment. Sim, tudo comédias para nos alegrar o espírito. Andamos entusiasmadas com isto, pode ser que consigamos adiantar-nos na Lista.
Recomendam algum filme em particular?

Orquídea

domingo, 11 de março de 2012

Florbela

Apesar de já não haver nenhum laboratório de película em Portugal (o último, da Tobis, foi vendido há pouco tempo a Angolanos), ainda se faz bom cinema em Portugal.

Confesso que, ontem, quando me sentei na sala de cinema, não tinha expectativas. Seria só mais um filme português, com o seu drama e lamechice, em proporções similares e exageradas. Estava errada. Com um guarda-roupa absolutamente espectacular (saí da sala com vontade de comprar algumas das peças), uma performance estrondosa da Dalila Carmo (das melhores que já a vi fazer - e que atraente que ela fica com aquela maquilhagem, meninas); e algumas imagens em que a cor e a perspectiva nos deixam completamente rendidas; tornou-se num dos melhores filmes portugueses que já vi. Recomendo vivamente, talvez até mais que o da Amália. Caso possam, vão vê-lo ao cinema o quanto antes.

Papoila

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Fox, o estiloso

Queridas admiradoras,

Eu já namorava este chapéu há algum tempo e tive, recentemente, a oportunidade de o experimentar. Assenta-me que nem uma luva! Agora sim, já posso responder positivamente ao pedido para contracenar no próximo filme '007, O Resgate do Feno'. Procurem-me no grande ecrã!

Fox

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Pina

Pina
de Wim Wenders

Maravilhoso. Se o 3D foi feito para alguma coisa, foi para isto. Para todos os amantes da dança contemporânea, imperdível. Dança em ponto grande, para apreciar na plateia e no próprio palco, dentro e fora das salas de espectáculo, com cenários fabulosos e uma banda sonora envolvente, este filme é uma experiência fantástica. Recomendo muito!
Agora...quero dançar! Dance, dance otherwise we're lost.

Orquídea

terça-feira, 10 de maio de 2011

IndieLisboa '11


Fomos ontem à Culturgest ver seis curtas da secção competição internacional. Com umas melhores que outras, as que mais gostei foram, sem dúvida, a La Dame au Chien e a Paris Shanghai. Não vou estragar a surpresa contando pormenores, caso alguém queira seguir as nossas passadas, elas vão voltar a estar novamente em exibição no sábado, dia 14, no pequeno auditório da culturgest.

Até lá...




La Dame au Chien
Damien Manivel, França 2010




Paris Shanghai
Thomas Cailley, França 2010


Papoila

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Não tenho

Companhia, tempo, ou dinheiro, para ir ver José e Pilar. E queria. Queria tanto...

Papoila

domingo, 20 de junho de 2010

Cinema Francês

Faz, no geral, as minhas medidas. Gosto da língua, que quase me faz cócegas no ouvido, e daquela subtileza frontal (claro resultado da mistura anglo-saxónica e mediterrânica). Só acho que, em algumas situações, lhe juntam um pouco de pimenta a mais... if you know what I mean. De qualquer forma há que ter paciência porque, se não tivesse pimenta, já ninguém diria que era francês, n'est pas?

E como elas se vestem? Pfff para as americanices decotadas e viva os recortes europeus. Uiii!

Enfim. I'm no expert. Nunca fui ao festival de cinema francês, embora vontade não me tenha faltado.

Papoila

sábado, 17 de abril de 2010

Não é o que todos queremos?

Wizard: What do you want to be in the world? I mean the whole world. What do you want to be? Close your eyes and think about that.
August Rush: Found.

Vejam. É brilhante.

Papoila

domingo, 11 de abril de 2010