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sábado, 29 de junho de 2013

Sessão da Noite: Good Morning, Vietnam


Apesar de me ser familiar aquela chamada "good mooooooooooooooorning, Vietnam!", faltava ver o filme que lhe deu origem.
Como facilmente se depreende pelo poster, esta é a história de um radialista comediante que é destacado para a rádio das tropas americanas no Vietman, no período que antecedeu a guerra. A sua atitude irreverente, que choca com a rigidez dos seus superiores e com as regras restritas sobre o material e informação que são emitidos na rádio, dá o mote para as peripécias deste filme.
O Robin Williams é muito bom no que faz. Mesmo sem perceber metade das piadas para-americano-perceber, continuámos a rir-nos imenso com o humor dele e ao mesmo tempo, a admirar a seriedade com que aborda a difícil tema da guerra iminente e do que tudo isso acarreta. Um filme importante e de que muito gostámos.

Orquídea

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Momento Televisivo

Não queria deixar de partilhar convosco o melhor momento televisivo da tarde, que tive a honra de presenciar quando tentava anestesiar a minha constipação em casa. E até vou dizer devagarinho para sentirem bem o efeito. Então é assim...


A Iva Domingues



De vestido justinho, por cima do joelho, e salto bem alto (ver exemplo)


De quatro, um pouco como aqui o demonstra...



Com umas belas luvas amarelas



a esfregar uma couve portuguesa num tapete.


Dizem que é uma boa forma de o limpar. Dúvidas?

Orquídea

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Tento na Língua


A minha Papoila é sempre tão espontânea que às vezes é perigoso. Ontem, por exemplo, ao jantar com os meus pais, falava-se de uma senhora qualquer, que a minha mãe comentou ser casada. Pergunta o meu pai, "Com quem?". Diz a Papoila, no seu espírito alegre: "Com um homem! Ou com uma mulher..." Felizmente (ou não), o meu pai não esperou pelo fim da resposta e prosseguiu animadamente a conversa com a minha mãe e ficámos nós as duas a rirmo-nos, sem saber se eles tinham ouvido o comentário final. Mas que teve a sua piada, dentro do seu contexto, lá isso teve!

Orquídea

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Todos os dias o IPO me dá as boas vindas!

No serviço onde estou a estagiar há uma secretária à entrada. Essa secretária trabalha num gabinetezinho, ladeado por paredes de vidro, que tem um placard quase do seu tamanho lá dentro. Nesse placar estão expostos muitos postais... mas há dois deles que chamam particularmente a minha atenção...

... e aposto que a vossa também!

[tesourinhos que tornam uma segunda-feira mais agradável]

Papoila

sábado, 2 de outubro de 2010

Já ouvira dizer que havia muito LGBT no meu curso...

... mas nunca julguei que o meu ano inteiro decidisse sair do armário!

E é tão engraçado vê-los todos felizes e contentes a vestirem esta t-shirt.

Orquídea

sábado, 11 de setembro de 2010

Homónimos

O: Por acaso, até tenho muito boas recordações do meu liceu. Claro, com excepção de alguns professores pontuais...

P: A sério? Mas porquê? Não percebo como é que o facto de os professores chegarem a horas te pode deixar más memórias...

O: ...


Realmente, foi um trauma terrível. Aquela pontualidade era uma crueldade para os alunos, tinha de ir a correr para a sala com risco de ser humilhada em frente à turma inteira e levar recado para os pais, foram noites sem dormir e pesadelos com o toque de entrada...



Ai adoro estes mal entendidos!

Orquídea

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Outra vez?

Bem, hoje voltámos ao campo de ténis e parece que é regra as perguntas pertinentes sempre que lá vamos. Desta vez a senhora era outra e decidiu perguntar:

"São gémeas?!"
Ora bem... Nós não somos assim tão parecidas. Mas já não é a primeira vez que perguntam... Cá para mim vêem uma áurea especial à nossa volta e não percebem que não é bem de fraternidade, apesar de ser algo relacionado com a "família"... Rimo-nos e metemos achas à fogueira.

"Deve ser por causa do cabelo, não?"

"Pois, é capaz."

Não é capaz, não senhora. Não sei o que se passa com a gente desta terra, será do calor ou de alguma bolada...

Orquídea

PS: Olha eu armada em intelectual a deixar uma referência cinematográfica...

Sweet Sixteen

Ontem, quando quis saber o preço de uma marcação de um campo de ténis (que andamos com vontade de nos pormos em forma!), perguntaram-me se tinha mais de dezasseis anos. The thing is... estou quase a fazer vinte e três. São sete anos de diferença.
Eu sei, não me devia queixar, mas há limites... Não tarda a polícia julga que ando a conduzir sem carta e pedem-me o BI nas sessões de cinema M16. Bonito.

Orquídea

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Summer of '10 - A Desavergonhada

A propósito da Ribeira... Foi neste local que se deram as filmagens mais sensuais e atrevidas da nossa memória!
Estava a chegar ao fim o nosso tempo naquele sossego montanhoso. No dia seguinte partiríamos e não podíamos deixar de nos ir despedir da nossa ribeira. Ao final do dia, lá nos pusemos à estrada (a pé, claro!) até ao local. Deixei-me ficar nas escadas que davam para o sítio enquanto a Papoila saltitava de pedrinha em pedrinha para que eu lhe tirasse as últimas fotografias ali. Subiu as rochas, foi para junto da cascata, sentou-se na borda e ficou a observar a água. Imagino que as saudades tenham começado a apertar. Foi então que se levantou e, através do ecrã da máquina que eu continuava a apontar-lhe, vi que começava por tirar os sapatos, as meias, e o olhar permanecia naquela água que tanta vez a acolheu nestes dias. Ia saltar uma última vez! Agarrou na ponta da t-shirt, mas pareceu desistir da ideia. Estávamos ali sozinhas, já não ia aparecer ninguém àquela hora e eu ajudei à festa, gritei do lugar de onde estava "TIRA!". Sempre teria algo mais seco para vestir quando saísse da água. Ela sorria. De soutien e calções curtos, preparava-se para saltar. Era altura de filmar a acrobacia final. "ESTÁ A FILMAR!". Ela sorri, está feliz com a pequena extravagância que vai fazer. Olha para a água, com os pés mesmo à beira da rocha. E olhar para o lado. E volta a olhar para o mesmo sítio. Então? Não se decide?! "TENHO MEDO!" Grita de volta. Mau... Tanta vez que já saltou e agora é que está com vergonha? É por estar a filmar? "VÁ!" E ela volta a sorrir, é desta, vai saltar e *puff*, lá vai ela e eu filmo tudo, a delicadeza (ou não) do salto, a queda, a água a espirrar e a cabeça a vir à superfície, com o mesmo sorriso, e as braçadelas até à margem. Fim do filme. Mas ainda faltavam as acrobacias entre as rochas até chegar novamente lá acima, para se vestir e calçar.
Novo filme. Lá vai ela, com os gestos certos, de uma pedra para a outra, com a segurança que admiro, lá vai por ali acima, e eu vou filmando. Chega junto aos seus pertences e enquanto se calça, vou filmar, mais uma vez, a paisagem. Viro lentamente a câmara para a direita, para filmar a ribeira, as árvores gigantes, as escadas até aqui, onde estou, a fonte, e agora volto, de novo para a esquerda, um pouco mais depressa porque já filmei isto, pronto, lá está ela, quase pronta. Deixa cá fazer um zoom para ver o que está a fazer. Mas porque é que está agarrada assim ao soutien? Olha para um lado e para o outro, olha novamente, mas o que é que se passa? Não me digas que ela vai tirar o...? TIROU! Oh gawd, desliga, DESLIGA!

E foi assim que, sem querer, se fez um filme com nudez parcial da minha Papoila enquanto ela só queria vestir a t-shirt sem a encharcar. Escusado será dizer que este filme já não existe, foi formalmente exterminado após ambas termos confirmado a pouca vergonha hilariante da mesma gravação na segurança de casa.

Orquídea

domingo, 29 de agosto de 2010

Terror Movie 'Silly Chicken Meat Prepare'

Hoje, cheia de boa fé, toca de arranjar um frango. Deviam ver a minha cara de estupefacção. Nem eu mesma acreditei em mim quando concluí que nunca ninguém me tinha ensinado a arranjar um frango! É verdade. E ali estava eu, sozinha, numa cozinha com uma mesa e o frango no meio. Literalmente. Um calor de morrer em choque hipovolémico de tanto transpirar. E penso:
Começo por separar a metade direita da esquerda ou vou já para os peitos e deixo o resto para depois? Oh meu deus que a faca não corta um cú, quanto mais uma articulação! Raios que parti o osso. Argh, tanto sangue que sai do osso, aliás, tanta medula! Blhac, já está a coagular. Trombina, fibrinigénio, fibrina... porque raio nao injectam heparina não fraccionada no bicho mesmo antes dele morrer? /Oh mana, tas a sujar a mesa toda de sangue!/ Olho para a mesa. Analiso. Salpicos de sangue everywere. Faço força para quebrar as articulações e é so clicks e claks dos ossos a partir. Duas asas já estão. Uffa! Dois peitos. Eu fui mesmo capaz? E o que é que faço ao pescoço? Nunca nunguém come pescoço... se calhar deito fora... alguém vai reparar? Pumba, menos um pescoço. Já agora ponho o canal anal no mesmo lugar. Pumba, menos um canal anal. Já só faltam as pernas. Ai, pernas, pernas... /Eu com cara de quem está a fazer força - não porque está obstipada mas porque não consegue enfiar a faca para dentro da articulação/. Pronto, pernas fora. E agora? Tiro a pele. Não tiro a pele. Tiro a pele. Não tiro a pele. Se calhar, como é para assar, não tiro a pele... E se tirar? Há um peito a que já tirei... mas foi sem querer. Humm. Não tiro.
Tempero o bicho e ponho no forno.
Agora já entendo o suicídio na comunidade franguísta.
Papoila

sábado, 28 de agosto de 2010

Summer of ’10 – As Noites Secretas da Papoila

Ora bem... Parece que a nossa caríssima Papoila sofre de amnésia de tudo o que se passa durante a noite. Foram várias as noites em que tivemos algumas peripécias interessantes dos quais não tem qualquer memória. Vejamos, então, alguns exemplos:

Noite #1: Devido a um mal entendido, ficámos sem casa na primeira noite. Para resolver o problema, tivemos de ficar essa noite no quarto da minha mãe, numa outra casa. O mais engraçado foi que encostámos duas camas e eu dormi no meio, entre a minha mãe e a Papoila... Mas não foi esta situação caricata que marcou esta noite. Ora bem, acordei a meio da noite com dores de costas e precisei de mudar de posição, virei-me de barriga para baixo. Assim que me instalo, a Papoila põe a mão nas minhas costas para me fazer uma massagem onde ela já sabe que me costuma doer. Foi um gesto muito querido da sua parte, mas digamos que o facto de a minha mãe estar a uns centímetros de mim, mesmo que a ressonar, não me deixou apreciar completamente o gesto.
Uns dias depois, quando lhe falei desta cena nocturna, não se lembrava de nada!

Noite #2: A meio da noite, o diálogo em voz ensonada:
P: Orquidea...
O: Sim?
P:hhmm...
O: O quê?
P: *sílabas em palavras incompreensíveis*
O: Diz lá...
P: hmm...
*vira-se para o outro lado e adormece*

Noite #3: Pouco depois de apagarmos a luz e tentarmos adormecer.
P: Orquidiazinha...
O: Sim? *aproximo-me logo, já prevendo nova conversa interessante*
P: hmm...
Aproveito-me e prego-lhe um beijo.
P: Não... Tenho muito oh-oh...

Noite #4: Como estava cheia de sono, a Papoila foi deitar-se um pouco mais cedo enquanto eu fiquei a ver televisão. Quando entro no quarto para me deitar... :
P: QUE SUSTO!

O: Oh, desculpa, assustei-te?
P: Que grande susto!
E volta a adormecer...

Noite #5: Depois de me deitar a seu lado, numa outra noite em que demorei um pouco mais a ir para o quarto, entrego os meus beijos de boa noite e, entre o sono já instalado e a preguiça de abrir outra vez os olhos, recebo como resposta ao miminho:
P: Amanhã vamos comprar t-shirts...

Noite #7:No silêncio da noite, a Papoila dá um coice.
P: Ouviste??

O: O quê? A tua perna?
P: Devo-me ter assustado no sonho e estiquei a perna... Como se estivesse no sonho...
And back to the sleeping state...

Noite #6: Já não me recordo de todas as peripécias, mas depois de umas quantas noites sem acontecimentos destes, na última noite repetiu-se a festa. Enquanto me ajeitava entre os lençóis, a minha almofada roça na parede áspera. Diz ela:
P: FOGO! Fazes tanto barulho! Eu depois fico preocupada...
O: Desculpa, fiz muito barulho, foi?
P: ......
Adormeceu e deixou-me sem resposta.



O que nos riamos, durante o dia, quando lhe contava da aventura da noite anterior! Não há nada como a doçura do seu sono a falar...

Orquídea

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Ahhhh (espreguiçando-me)

Como vai ser bom não acordar com o som da água a passar nos canos, mesmo ao lado do meu ouvido! Vou ser uma mulher ainda mais feliz.
Papoila

quinta-feira, 13 de maio de 2010

sábado, 10 de abril de 2010

Livro novo, vida nova

Pois é: a minha fase Ellen-addiction acabou. Não porque me importasse de continuar mas porque o seu legado livresco, até ao momento, não excede as duas obras. Assim, dei comigo obrigada a procurar alternativas e não estou nada arrependida com a escolha! Neste momento estou a ler Julie and Julia e estou a adorar. É um livro extremamente bem disposto e tem uma história muito menos entediante que o filme (Atenção: eu adorei o filme! Mas o livro está deveras melhor - acontecem coisas de página em página!). Portanto, recomendo aqui à família a leitura deste romance. Façam-no com o livro escrito em americano... a leitura das primeiras páginas assusta (algumas palavras estranhas e indecifráveis pintalgam a narrativa) mas, uma vez embaladas, you're on the run!

Para aquelas que preferem uma coisa mais temática, eis aquele que vou encomendar assim que este esteja esteja finalizado:

Nice, hû?

Papoila

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Será do novo acordo ortográfico?

Há uns dias fui ao Starbucks com a Orquídea (um devaneio pontual, que os preços são um repelente muito eficaz para nós, estudantes). Nestes dias temos o hábito de, quando a senhora nos pergunta o nome para escrever no copo, lhe dizermos um nome que não corresponde ao nosso. E vai daí, numa das últimas vezes, a conversa decorreu assim:

Senhora do Starbucks: Então e em que nome fica?
Papoila: Aaa... Ellen!!! (para aqueles que não conhecem a minha mais recente fixação - Ellen de Ellen DeGeneres)

Eu segui na linha, toda contente, porque até tinha a máquina fotográfica para capturar o dia em que me fiz passar por Ellen (big thing, you think). Eis que não, no final me atribuem um copo com isto escrito:

Aelen
-_-'
Confesso que, por uns breves momentos, ainda pensei que não era o meu.

Papoila

domingo, 21 de março de 2010

The Funny Thing Is, Ellen Degeneres

Aquilo que mais aprendi com o primeiro livro foi:

TO
Se aconselho a lerem? Aconselho. Mas primeiro tentem impregnar-se de muito humor americano (ou grande parte do livro vos parecerá descontextualizado e absurdo).

Papoila

Os meus parabéns ao Benfica.

As minhas desculpas à Orquídea.

E um viva ao Sporting!

C'est tout.

Papoila

segunda-feira, 8 de março de 2010

It's Complicated

Hoje a Orquídea levou-me ao cinema! (Sei o que estão a pensar, mas ela é só para mim, tá?! Hum.) Fomos ver o 'Amar é Complicado' e, antes de vos dizer que é daqueles filmes que pede uma ida ao cinema, vou alistar as 10 coisas que mais gostei:

1) A Meryl Streep!
2) A Meryl Steep como pasteleira e boa cozinheira. (Notam alguma parecença com o Julie & Julia?)
3) Algum romantismo e cumplicidade entre as personagens. I mean, acho giro ele comer gelado, encostado à banheira, enquanto ela toma banho de imersão! Ou, ela cozinhar um jantar romântico para ele.
4) A noção de família e como se juntam à mesa às refeições.
5) As melhores piadas não são as que aparecem no trailer (raro)!
6) A casa dela: wow! Quero uma casa daquele tamanho, decorada daquela forma, com aquele jardim e, claro, com aquele quintal!
7) Alec Baldwin e a sua barriguinha Pai Natal.
8) O papel do John Krasinski. Quero um cunhado assim, pode ser?
9) A mão da Orquídea na minha.
10) A cena do banco de jardim.

Convencidas? Os argumentos não são os melhores, mas espero que vos sirvam!

Papoila

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Desta não estava à espera!

Estava aqui a flor de estufa numa das filas da Cantina da Universidade, prestes a ser servida, quando chega uma senhora, já nos seus cinquentas, muito arranjadinha e pintada. Pelos vistos uma das senhora que nos ia servir a comida (já nos seus sessentas, ou lá próximo) conhecia-a e começou a seguinte conversa:

Senhora 50's: Olá, como está senhora 60's! Bons olhos a vejam!
Senhora 60's: Ah! Senhora 50's, agora que aqui está tenho que lhe mostrar o meu netinho aqui no telemóvel.

(5 minutos contínuos de elogio ao garoto)

Senhora 60's: Então quando é que os seus filhos arranjam um destes para você cuidar?
Senhora 50's: Eles não querem ter filhos, não têm tempo para isso!
Senhora 60's: Mas tem a avó!
Senhora 50's: Então você acha que eu me ia reformar para cuidar dos netos?!
Senhora 60's: Cá p'ra mim são paneleiros!

(Eu a franzir o sobrolho e a ficar chateada com a conversa.)

Senhora 50's: Então e se fossem? Tinha algum problema com isso?

(Eu a desfranzir completamente o sobrolho!!! Wow, grande reviravolta!)

Senhora 60's: Eu não! O prazer é deles!
Senhora 50's: Não se ponha p'raí a falar do que nunca experimentou!
Senhora 60's: Ah isso é que experimentei! E agora não faça caras que você é que pediu esta resposta!

(Eu, perplexamente feliz, com um sorriso que claramente me denunciava!)

Aie. Tenho histórias de cantina muito hilariantes!
Papoila