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sábado, 25 de setembro de 2010

domingo, 4 de julho de 2010

Dois anos e um bebé

Parabéns a nós, meu amor!

Aprendemos juntas o sentido de oportunidade atrás da ousadia.

E ousamos muito.

Papoila

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Lonely Planet, Great Britain

Ontem foi dia de exame (um complicado do qual se avizinha um mau resultado). A Orquídea, sabendo da fragilidade dos meus últimos dias, aproveitou as duas horas do meu exame para fazer uma surpresa. Doente como estava, foi de propósito a uma Bertrand comprar-me um impulsionador de sonhos... e daí surgiu este presente. Provavelmente um dos melhores livros de viagem que um jovem pode ter. Extremamente bem organizado, com tudo desde transportes, alimentação e dormidas, história e geografia, locais de visita obrigatória e opcional; e preços, horas, contactos e sites de tudo o que foi supracitado, com 190 mapas adicionais (e eu adoro bons mapas)! Agora já posso começar a arquitectar a viagem que havemos de fazer assim que ganharmos o euro-milhões (By the way, chegámo-vos a contar que quase ganhámos o 10º prémio a semana passada?) ou que conseguirmos juntar o suficiente.

Obrigada pela surpresa mga, gostei tanto! Sweet ppi*

Papoila

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

I'm a lucky girl

Meu amor, faz hoje dois anos e quatro meses que, pela primeira vez, senti os teus lábios nos meus. Nunca agradeci tanto o resultado de uma rota genuinamente mal calculada, assistida pelo movimento inesperado da tua cara. Foi assim, o primeiro beijo. Inocente, de criança que nem beijar sabe. Mas que se deixou estar.

Nessa altura já as nossas mãos se uniam sem dúvidas, guardando a certeza só para elas. Entre elas. Como segredo ao resguardo da consciência, com medo de represálias. Mas o olhar já denunciava tudo, meu amor.

Faz hoje dois anos e quatro meses e até na Austrália temos quem brinde por nós. Temos amigos que nos suportam os abanões e desabafos. Que nos defendem e que argumentam que somos iguais. Que lutam por nós. Houve dias difíceis e houve dias felizes. Mas houve muito mais dias felizes. E o melhor é que te tenho sempre a meu lado. Indiscutivelmente. Para o que der e vier. E tenho muito orgulho nisso.

Papoila

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Momentos Outros

Tenho na minha mesa de cabeceira o cubo de fotografias que me ofereceste um dia. Tem aquela fotografia nossa, aquela em que nos rimos tanto, em que brincamos como crianças pequenas na praia que nos sabe um pouco a casa. Apanharam-nos verdadeiras. E vejo-o todos os dias, aquela felicidade, aquela liberdade que encontrámos ali, aquelas cores quentes que nos confortavam. Fui tão feliz nesse momento.
Porque é aquilo, meu bem. É aquele sorriso. A cumplicidade da brincadeira e a pureza dos actos. A paz em nós, a alma que se acalma e nos diz que está tudo bem. Os dias felizes e sem preocupações.
Vejo-nos nesse mimo todos os dias. Quando acordo e me custa tanto acender a luz e tirar o corpo do morno da cama e quando me deito e sonho com um coração mais calmo. E páro sempre, uns segundos, a olhar o nosso cubo, para me esconder nesse instante em que, às tuas cavalitas, fingia guiar-te com um volante improvisado por uns óculos de sol enquanto corríamos pela praia, de gargalhada ao vento.

Orquídea

Particularidades de uma rapariga loira #10

Como ainda arranjas forma de me surpreender com mensagens escondidas no computador.

Papoila

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Funny Little Frog

You're my picture on the wall,
You're my vision in the hall,
You're the one I'm talking to,
When I get in from my work,
You are my girl, and you don't even know it,
I am living out the life of a poet,
I am the jester in the ancient court,
And you're the funny little frog in my throat.
God Help the Girl
Papoila

Monday hangovers

Quando passamos o fim-de-semana juntas, naquela calma e conforto que sabemos criar, a segunda-feira consegue tornar-se um dia significativamente pior. Já não é só o regresso à rotina da faculdade (e o stress a ela associada), é também o teu regresso a casa e um quarto mais vazio. Deixa de haver a tua presença silenciosa enquanto estudo. E aqueles beijinhos zás-trás-pás, que quando dou por eles já estão, entre os anti-arrítmicos e os anti-hipertensores. Depois vêm as críticas dos pais e a luta de todos os dias para que compreendam a nossa relação, tão incógnita a seus olhos.

Tomara o dia em que tenhamos um lugar para nós. Não precisa de ser muito grande. Só jeitosinho, com lugar para muitos livros e um cão janota de orelhas apetecíveis.

Papoila

Felizes coincidências

Ou 'como tive olho para ti e para as tuas medidas', já que vestimos exactamente o mesmo número em todas as peças de roupa (e isso já se mostrou útil em diversas ocasiões).

Papoila

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

A minha Orquídea é tão fofinha

Ela sabe o quanto sofro com estas visitas mensais. Bastou-lhe as corridas para o hospital, durante uns meses seguidinhos, para ficar assustada. E hoje, sabendo que era o primeiro dia (que é, invariavelmente, o que mais custa), encheu-me a tarde de mimos, doces e uma flor!

Tenho uma namorada tão doce! =')

Papoila

sábado, 12 de dezembro de 2009

Plans

Meu amor, quando é que vamos acampar e levamos as nossas guitarras?
Papoila

sábado, 5 de dezembro de 2009

Double Date Christmas Lunch

Para ajustarmos contas com um jantar incrível em casa do M, namorado da A, convidámo-los para mais um double date, desta vez em casa da Papoila. Não há nada como celebrar o natal entre amigos. Houve espaço para troca de prendas, receitas e conhecimentos das respectivas áreas profissionais (vai um bocadinho de medicina para ali, vem um bocadinho de engenharia para aqui!). São coisas simples, como estas, que nos permitem imaginar o futuro, quando tivermos as nossas casinhas e um conforto que a vida de estudante ainda não permite, sem nunca esquecer que as amizades permanecem apesar dos diferentes caminhos que cada um toma.

Papoila
Orquídea

V relevações

Eis o primeiro desafio recebido em casa. Vindo da Four Simple Words (espertinha, que aqui tem dose dupla! =P), o seu objectivo é revelarmos um bocadinho de nós e sermos cuscas ao delegar o mesmo desafio a mais cinco bloguistas. Assim, desafiamos os blogs This is not simply a methaphore, Rainbow street, ViagemLes, Pano P'ra Mangas, (...) a responderem sem esquecer de colocar este selo na carta de confissão.

Aqui vão os podres.

a) Eu já... estive em Paris 17 vezes.
b) Eu nunca... comi uma pastilha elástica (é verdade!).
c) Eu sei... (que é difícil de acreditar!) ... escrever com a esquerda!
d) Eu quero... aprender turco.
e) Eu sonho... ser pedopsiquiatra.
Orquídea

a) Eu já... cuidei de uma baleia bebé!
b) Eu nunca... fui a Paris (também é verdade... tirem as vossas conclusões!).
c) Eu sei... contar até dez em japonês!
d) Eu quero... poder casar.
e) Eu sonho... que fujo de tsunamis de comboio e que os corredores do HSM se transformam numa feira da ladra (e, quando acordo, rio-me muito com isso).
Papoila

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

The Notebook

A: Now, say you're a bird.
N: If you're a bird, I'm a bird.
Papoila

sábado, 14 de novembro de 2009

Tiny little lies

A festa de anos da Orquídea foi na passada sexta-feira. Os amigos das flores andaram a sondar a Papoila sobre sugestões literárias que poderiam servir de oferta à Orquídea. Não foi preciso pensar muito: decidi-me por Lídia Jorge. Pedi para me confirmarem o nome do livro, não fosse um que ela já tivesse lido, e descansei-me. Então não é que a precisa mensagem de confirmação é lida pela Orquídea, a meu pedido?

Papoila: O., lê aí a mensagem em voz alta que agora estou com as mãos molhadas.
Orquídea: É o Contrato Sentimental?
Papoila: Hummm, responde-lhe que sim.
Orquídea: O que é o Contrato Sentimental, P.?
Papoila: Ah, é um livro que a A. quer comprar à mãe... /tosse tosse/
Orquídea: Ai sim? Que giro! Quem escreveu? Como soubeste dele?
Papoila: (Ah e tal...) Foi num documentário que vi recentemente...
Orquídea: Um documentário?
Papoila: Sim...! Hummm, sabes O., estou tão entusiasmada com as aulas de Inglês! /como quem desconversa descontraidamente/

E assim foi. Saí ilesa. E foi um prazer enorme ver a sua cara de 'Enganaste-me!', mal desembrulhou e leu o título.

Papoila

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

New (and gorgeous) look

So... the thing is: she cut her hair and now she's incredibly sexy. I just can't avoid kissing her in all those tinny wreckage seconds, between the 5th and the 6th floor. This can become a serious issue in what concerns to discretion, since I found myself doing exactly the same thing in the subway or, even worse, in the presence of those who shouldn’t (ever) know about flowers that fall deeply in love with each other. But my eyes say it all, don’t they?

Papoila (trying to improve her english)

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Happy Birthday, loml*

Parabéns, meu amor! Este ano prometo que não vou dar o tradicional par de meias (mas que fique aqui escrito que as meias que eu ofereço são sempre muito giras) nem a espectável agenda da colecção de arte!

Procurei um filmezinho que tivesse a ver contigo e acho que encontrei o ideal. Seco-sequinho, exactamente como tu gostas! =P Vê aqui.

Abraço apertado e beijo de parabéns. Lá se foi a nossa igualdade numérica. Agora voltas a ser a maior em tudo.

With love,

Papoila

sábado, 3 de outubro de 2009

Blue Chocolat

Hoje ofereceu-me um relógio para poder contar o tempo que não estou com ela.

Não estava à espera. Desta vez apanhou-me mesmo de surpresa (a verdade é que tenho um jeito inato para antever as suas surpresas, o que a deixa sempre um pouco triste, mas não desta vez). Sentou-me no sofá, depois de uma noite de passeio saloio com cheiros e gentes muito diferentes, e falou-me de nós. A determinada altura, já estava eu nostálgica e perdida de amores por ela, pediu-me para fechar os olhos e passou-me esta maravilha para as mãos. Não é bonito?

I'm in love with you.
Papoila

sábado, 12 de setembro de 2009

The Cure, LoveSong

Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am home again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am whole again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am young again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am fun again

However far away I will always love you
However long I stay I will always love you
Whatever words I say I will always love you
I will always love you

Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am free again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am clean again

However far away I will always love you
However long I stay I will always love you
Whatever words I say I will always love you
I will always love you
Papoila

sábado, 5 de setembro de 2009

The Return

Ela está de volta.

Todos olhavam para a saída de passageiros, à espera de um cabelo loiro e de uns olhos cansados. Fui eu quem os viu primeiro, não te conhecesse todos os perfis. Ao meu sinal, tua mãe correu para ti, abanando o peluche barulhento. Mais tarde disseste-lhe que te envergonhava seres recebida por tal aparato, mas brincavas... sei o quão lame consegues ser. Eu caminhei atrás e, após os habituais cumprimentos à família, abracei-te como se estivéssemos sozinhas. Um abraço dqueles apertados e longos. Daqueles que sabem ao primeiro. Mas não disse nada. E ali estávamos, reunidos. Eu em silêncio, incapaz de participar na conversa, a tomar consciência de que estavas efectivamente ali.

Passámos uma semana exaustiva. Para aqui, para ali. Sempre acompanhadas ou, quando não acompanhadas, em lugares impróprios para algum carinho ou maior intimidade.

Mas soube muito bem. Namoro à século XVIII. Oculto mas real.

Papoila