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sábado, 3 de agosto de 2013

Sessão da Noite: Random

Vamos lá atualizar a lista dos filmes entretanto vistos.


Há algum tempo que vimos este filme, numa altura em que quisemos conhecer melhor a Judy Garland. Esperava um musical sobre o mundo da fama, once again, mas surpreendi-me. O que começa por ser um filme bem disposto, idílico, em que tudo parece correr bem, torna-se num história bem mais realista e dura, que nos traz de novo à terra. Gostei muito, especialmente do retrato da relação entre o casal.


Saindo um pouco da lista do costume, vimos Hysteria, sobre o surgimento do primeiro vibrador num contexto médico, para o tratamento da popular histeria feminina da altura. Um filme simpático que nos conta um pouco do contexto histórico da, na altura, doença psiquiátrica e da sua ligação com a posição da mulher na sociedade.


Seguiu-se um filme da temática favorita da Papoila (a seguir às comédias românticas): WWII. Este filme polaco retrata a história real de um grupo de judeus que, para se protegerem, se escondem no sistema de esgotos da cidade, sendo ajudados por um polaco que por lá trabalha e que aproveita a oportunidade para ganhar algum dinheiro com a situação. Gostámos muito do filme, que transmite bem a violência e crueldade da altura, o desespero de quem só quer sobreviver e a forma como as motivações de cada um se podem transformar. 


Por fim, vimos este filme do realizador finlandês Kaurismäki, Le Havre. Conta a história de um engraxador em Le Havre, uma cidade costeira na Normandia, que procura ajudar um miúdo que se encontra fugido por imigração ilegal. Um filme bonito, que decorre de forma lenta, com cores muito fortes e bonitas (para quem gosta de apreciar o cinema de uma perspectiva mais estética, recomenda-se) e ternurento. Gostámos!

Orquídea

sábado, 29 de junho de 2013

Sessão da Noite: Swing Time


E pronto, fizemos as pazes com os musicais. A Papoila estava com saudades do Fred Astaire e lá arranjámos outro filme dele e da sua partenere favorita, Ginger Rogers.
Neste filme, o Fred é um dançarino maravilhoso (que surpresa!) que, para casar com a sua noiva, tem de ir para Nova Iorque e ganhar vinte cinco mil dólares para que o sogro o aceite. Lá, encontra a Ginger, uma professora de dança, por quem, pasmem-se, acaba por se apaixonar.
Mais uma vez, ficávamos ansiosas pela próxima cena de dança e não nos importávamos minimamente que durassem eternidades. Aquela suavidade de ambos é incrível, aqueles takes únicos, aquelas sequências elegantíssimas, enfim, adorámos. Ora vejam e digam lá que não temos razão.
Para além da dança, salientamos também o cliché das personagens secundárias engraçadas. Rimo-nos de gosto com o amigo do Astaire como chega a ser raro nos filmes de hoje em dia. A receita, vezes sem conta repetida, funciona!

Orquídea

Sessão da Noite: Good Morning, Vietnam


Apesar de me ser familiar aquela chamada "good mooooooooooooooorning, Vietnam!", faltava ver o filme que lhe deu origem.
Como facilmente se depreende pelo poster, esta é a história de um radialista comediante que é destacado para a rádio das tropas americanas no Vietman, no período que antecedeu a guerra. A sua atitude irreverente, que choca com a rigidez dos seus superiores e com as regras restritas sobre o material e informação que são emitidos na rádio, dá o mote para as peripécias deste filme.
O Robin Williams é muito bom no que faz. Mesmo sem perceber metade das piadas para-americano-perceber, continuámos a rir-nos imenso com o humor dele e ao mesmo tempo, a admirar a seriedade com que aborda a difícil tema da guerra iminente e do que tudo isso acarreta. Um filme importante e de que muito gostámos.

Orquídea

sábado, 15 de junho de 2013

Sessão da Noite: Filmes e Filmes

Continuamos com as nossas noites de cinema. Deixo-vos os últimos títulos.


Uma comédia de adolescentes muito típica: uma menina muito rica que tudo pode e tudo faz, mas que, no fundo, não é capaz de ver o que está mesmo à frente dos olhos. Dizem que é uma paródia ao romance Emma, da Jane Austen. Não o li, mas só consigo pensar que foi por isso que foi incluído na lista dos 1001 filmes. Filme de sábado à tarde.



O primeiro dos filmes pertencentes à trilogia Red Curtain do Baz Luhrmann (juntamente com o Romeu+Juliet e Moulin Rouge). Adorámos! Um dançarino demasiado apaixonado pela dança para se deixar prender pelas limitações impostas à competição, luta contra tudo e todos pela sua liberdade de dançar como e com quem quiser. Uma formula já muito remexida nos filmes mais recentes, mas aqui usada de forma muito cativante e enternecedora!

O que dizer de Pretty Woman? Um romance inesperado entre duas pessoas socio-economicamente opostas e que, quiçá por isso mesmo, encaixam. Por muito bem-disposto que seja o filme, onde tudo acaba como gostaríamos, confesso que não consegui deixar de pensar numa entrevista que li há uns tempos a uma acompanhante de luxo de descrevia casos reais semelhantes a este, mas sem o final romanceado exigido à Julia Roberts e ao Richard Gere... 


Vi este filme depois de saber que é considerado o primeiro filme feminista de sempre. Para já, é realizado por uma mulher. Depois, o facto de, em 1923, abordar o tema do casamento infeliz, da mulher confinada a casa, aos caprichos e graçolas do marido, é só por si revolucionário. Um filme mudo, com aquelas expressões faciais maravilhosas, uns efeitos especiais à maneira, e com a capacidade de nos deixar em suspenso com o desenrolar da história. Se vos interessar, têm aqui.

Orquídea

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Sessões da Noite: os últimos tempos

Ainda não desistimos das nossas jornadas cinematográficas! Não temos tido muito tempo para postar e, na verdade, continuamos sem tempo, por isso, ficam aqui apenas as referências breves aos filmes que temos visto. E são eles:

Hepburn num filme onde é dobrada nas cantorias (é que é mesmo fraquinha de voz, coitadinha) e cuja história é sobejamente conhecida. Enfim, mais um musical dentro do género. Depois deste, cansámo-nos de musicais.


Nada melhor que o Rocky para mudar de tema! Um filme surpreendente para quem tinha como expetativas um filme de porrada. Muito pelo contrário, os combates são o que menos interessa. Se conseguirem perceber alguma coisa do que o Stallone diz, vale bem a pena!


E, claro, para continuar nos filmes mais "masculinos", seguiu-se o Padrinho. Mais uma vez, esperavamos violência à séria e a história é tão mais interessante (e menos sangrenta) do que parece à partida.


E como tolerámos bem, seguimos para o Padrinho II. História bem mais complexa e difícil de seguir, mas igualmente cativante. Agora sim, já sei quem é o Al Pacino.


Para descansar de tanta máfia, uma comédia romântica de adolescentes como deve ser. Sim, é possível um filme de adolescentes decente. Vale bem a pena ver.


E, já agora, vemos o filme de que tanta vez ouvi falar na minha infância. Uma comédia diferente, mas essencial para perceber quando se fala da garrafa de Coca-Cola que cai do céu.


No meio de tudo isto, vemos o Hurt Locker para satisfazer o desejo da Papoila por filmes de guerra. Coisa que eu não percebo, mas confesso que, depois de os estar a ver, quando são bons como este, acabar por me render.


Depois satisfazemos um desejo meu de um filme da minha área de trabalho. O Jack Nicholson é sempre uma boa aposta. Fantástico.

E porque não ingressar nos primeiros filmes do Woody Allen? Vimos Annie Hall onde comprovámos que o Woody é assim desde sempre. Só que aqui parece mais novo e com idade mais aceitável para namorar com a atriz principal...


E, para terminar... Psycho! Opa, que filme tão bom! Detesto filmes de terror, mas o Hitchcock sabe contar histórias tão bem tão bem que sou incapaz de não me render. Apesar de já todos sabermos os finais dos filmes de terror atualmente, este consegue sempre surpreender e maravilhar.

Não sei se vimos mais algum nos entretantos, mas estes foram, talvez, os mais importantes. Veremos o que se segue!

Orquídea

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Sessão da Noite: Grave of the Fireflies


Seguindo o conselho de uma grande amiga nossa, vimos ontem à noite o Grave of the Fireflies, um anime de 1988, sobre dois irmãos em luta pela sobrevivência durante a II Guerra Mundial no Japão.
Para quem costuma chorar, vai chorar muito. A guerra é uma coisa horrível e incompreensível. E quando perturba a harmonia de uma família tranquila somos incapazes de não nos sentirmos frustrados e revoltados. Gostámos muito da história, das personagens, da realização em si (a cena dos pirilampos é muito bonita) e ficámos presas até ao fim. Um drama que vale muito a pena.

Orquídea

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Sessão da Noite: Sinatra em Nova Iorque

On the Town (1949)

Então e o Sinatra?, lembrei-me eu no outro dia. Faltava o grande Sinatra! Procurei então pelo filme em que ele canta a famosa New York, New York e encontrei este filme, com o Gene Kelly de quem já me tinha tornado fã. 
Três marinheiros têm apenas um dia para aproveitar Nova Iorque e, claro, apesar dos (escassos) interesses turísticos, são as mulheres o maior chamariz. Cantoria, dança (Gene Kelly, mais um vez, maravilhoso e com aquele rabo redondinho que eu confesso que já reconheço...), humor e uma visita às principais atrações turisticas de NY. Os ingredientes essenciais para um filme que poderia servir de apresentação de Hollywood e da América ao mundo.
E no final, apercebi-me... o Sinatra não canta *a* New York, New York que eu esperava, mas outra com o mesmo nome. Afinal, o Start spreading the news foi cantado originalmente por Liza Minelli no filme New York, New York, de 1977. Bem, pelo menos agora já sei!

Orquídea

Sessão da Noite: Hepburn's Funny Face

Funny Face (1957)

A.G., seguimos o teu conselho. O facto de ter o Fred Astaire e a Audrey Hepburn convenceu-nos. Mas, sabes, não foi dos melhores do género que vimos. Gostámos, sem dúvida, das qualidades performativas quer dele quer dela, mas não nos impressionou tanto como outros que vimos antes. E, apesar das qualidades na dança da Hepburn, a funny face não canta grande coisa... Por outro lado, a Kay Thompson, num papel secundário, foi uma boa surpresa que compensou a fraca voz da Hepburn (comprovem aqui na nossa cena favorita). De qualquer forma, é um filme bonito com uma cara bonita e uma história simpática que agrada e alegra. Obrigada pela sugestão!

Orquídea

Sessão da Noite: o Cabaret da Minelli

Cabaret (1972)

Na sequência dos musicais que temos visto, virámo-nos para este Cabaret, para conhecermos a Liza Minelli (filha da Judy Garland e do Vincent Minelli). Para nós que estavamos já habituadas a ver musicais comédias, este filme é bem mais dramático do que esperávamos. Uma artista de cabaret americana histriónica cruza-se com um inglês impressionável com quem partilha a pensão em Berlim no período entre as duas Grandes Guerras. Junta-se um milionário sedutor, uma alemã judia, um gigolo-wannabe e a crescente afirmação do movimento nazi no meio de tudo isto, sem esquecer do mestre de cerimónias arrepiante e, claro, as atuações provocantes, e temos o Cabaret!
Foi tão estranho, não só a história como até certos detalhes da realização e edição, que ainda hoje estamos a tentar perceber se gostámos ou não. Mas, sem dúvida, adorámos esta voz.

Orquídea

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Sessão da Noite - Our Hospitality


Não esperavamos divertirmo-nos tanto com um filme mudo. Este filme de 1923 é um dos primeiros de Buster Keaton, um dos maiores atores de comédia desta era do cinema. Um romance entre duas famílias em disputa, que decorre por volta de 1830, leva Keaton a uma situação caricata, em que se encontra dentro da casa da família rival onde o patriarca e os seus filhos o querem matar.  Mas, como a sua moral os impede de o fazer dentro da sua própria casa (onde Keaton aproveita para fazer a corte à jovem senhora da família), têm de esperar que ele saia. O filme tem muita piada e uns stunts incríveis. Chamamos especial atenção à cena da queda de água.
Factos curiosos: foi criado um protótipo da primeira bicicleta de sempre, como se pode ver na imagem, e da primeira locomotiva do mundo. Não há duplos e  ele esteve quase a morrer afogado, na tal cena que referimos, porque o cabo de segurança rompeu-se. Enfim, muitas razões para este filme se tornar tão especial. Recomendamos!

Orquídea

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Sessão da Noite - Jerry Lewis e Fred Astaire

Tal como nos foi pedido, aqui fica a indicação dos filmes que temos visto ao longo das nossas noites de cinema:


Por sugestão da Mafalda, fomos em busca de filmes do Jerry Lewis. Dentro da tal Lista, encontrámos este, Artists and Models, de 1955. Um filme bem disposto, com um Jerry muito expressivo (lembrou-me o Jim Carrey em certas alturas), umas canções de vez em quando e um romance típico de filme de Hollywood. Aqui ficam duas pérolas do filme: a Innamorata interpretada pela Shirley e um jogo do telefone que acaba na banheira!


Smile, também não nos esquecemos da tua sugestão! Terminámos agora de ver o Top Hat e ficámos naturalmente encantadas com a leveza do Fred Astaire. Aprendi nas aulas de dança de salão que um bom dançarino é quem consegue fazer a mulher brilhar, mas, realmente, confesso que a naturalidade de Astaire me prende mais a atenção do que a elegância da Ginger Rogers (excepto quando é Cheek to Cheek, que aquele vestido não passa despercebido).

Vamos agora que terminar o The Gods Must Be Crazy para nos iniciarmos nos filmes do Bucha e Estica e do Buster Keaton. Daremos notícias e obrigada por todas as sugestões!

Orquídea