quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O amor da minha vida

Não acreditava que havia alguém para mim. Tinha, cá dentro, uma lista interminável de requisitos. Requisitos esses que, embora fossem poucos, sabia serem demasiado exigentes. Uma conjugação quase impossível de existir numa só pessoa, até. Por isto, nunca julguei vir a ter alguém que me fizesse verdadeiramente feliz. Alguém para quem eu olhasse e dissesse é com esta pessoa que eu quero ficar ou é por esta pessoa que eu daria a minha vida. Houve vários dias em que me senti triste e julguei que devia haver qualquer coisa de errado comigo. Todas as amigas tinham alguém... e eu olhava para eles com um pouco de desdém. Bons amigos, é certo, simpáticos, também, mas tão tão longe de corresponderem a quem eu procurava. Um dia decidi tentar. Arrisquei. Tirei a prova dos nove e envolvi-me com alguém que era bom amigo, é certo, simpático, é certo, mas longe de corresponder a quem eu procurava. E o resultado não foi positivo. Ainda me angustia pensar nesses tempos. Até que um dia, depois de me recompor, apareceu uma menina lindissima com lábios de bailarina. Que era menina mas que tinha tudo aquilo por que eu procurava... e não demorou nada até eu ficar crazy in love. Hoje ela faz de mim uma mulher tão mais feliz!

Papoila

1 comentário:

Anita disse...

tão apaixonadas que elas andam *corar* é bom quando nos encontramos neste estado incessante de felicidade e correspondência! Mesmo que não queiramos comprar os mesmos carros sabemos que tipo de casa queremos! *hihi*

Beijinho